Entre tragos de outros cigarros de ébano eu me pergunto por que teve fim aquele que parecia ser o mais belo dos amores, que encantava todos os putos sem destino que se amontoavam nas camas enquanto nós gozávamos somente para depois se alimentar da proteína cor de pérola que escorria da tua ostra nua que eu tão magicamente tinha roubado para mim. Maria Bethania quer justificar em uma canção esquecida, por que não estamos mais sorrindo na fotografia desse dezembro tão vulgar, que não tem os nossos gemidos nas trevas e nem mesmo tem os rostos escandalizados com os nossos casos amorosos nada convencionais. Parece que a cortina se fecho no nosso espetáculo e ninguém mais tem o suficiente que se requer para tocar um bis.
Obviamente as noites agora tem um toque tão mais suave que me causam as vezes um tédio descomunal, pois vejo aqueles rostos tão pálidos de amor cínico que nem deixa as pernas ensopadas, porém dão pontadas nas cabeças de chumbos adornadas com chifres, natural dos vikings que nós sarcasticamente imitávamos em um teatro recheado de gritos escancarados do prazer angustiante que a penetração causava. Mas agora depois da tragédia ocorrida me permito tomar deles um gole daquilo que banhava meus dias: o famoso sabor meio amargo de gozo matinal e a promessa de um dia perfeito.
A tua ausência tão presente criou em mim um mundo de alucinações tão conformista, que pretendo doar aos meus poetas desempregados, algumas das minhas lágrimas de inspiração que possam criar trechos tão bonitos quanto os citados em várias músicas que eu ouço nesse momento, mas que nem tocam meu coração ou me dão algum significado, já que o nossos sonhos são meu maior veneno e mortificam em meu peito o pobre e vadio coração que é teu. Nada me faz mais mal que as unhas mal cortadas da solidão que eu sinto, toda vez que deito na cama em que nós fizemos nosso filho, nossa vida e nossos mais inconfessáveis desejos. Nem os dados rolamos e nem mesmo demos ao nosso futuro uma chance, pois a distancia infernal que fomos condenados, me tornou um egoísta que não merece mais tua compreensão e nem teus abraços. Indignamente, porém, acendo esse texto como uma vela em oração, para que se tudo der certo, quem sabe um dia terei em meus braços outra vez teu tão temeroso corpo de pecado amargo e todas as promessas infiéis que um dia eu lhe fiz, talvez se concretizem
Por fim digo que vejo o teu corpo nu no reflexo de mais uma noite solitária de justiça com as próprias mãos e aparentemente quer minha companhia doce em mais um de seus sonhos torturantes. Meu corpo aos poucos adormece nessa ilusão de que terei você aqui de volta, mas a minha mão sabe que não é teu seio que toco neste momento. Apenas deixo as coisas irem lentamente até o clímax dos meus pesadelos e reviro o olho numa tentativa de reviver as marcas que não trazem você. Uma boa noite!
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
Sacana
Você move-se despretensiosamente pelo via expressa imaginando estar sozinha nessa multidão que se come com os olhos e mãos famintas, mas não olha pro lado para notar o meu sorriso tímido e indelicado quando vejo a sua pele corar ao ouvir os contos sórdidos das muitas mulheres que prendem o meu gozo na garganta e gemem para ascender as luzes da cidade.
Faz um tempo que eu noto seu jeito tão discreto de caminhar pelas ruas que eu não ando, parecendo uma mulher a mais nesse meio de intelectuais castos, que se divertem julgando os que tem trepam na escada e assim como eu fazem um carnaval na primeira sala escura que encontram. Parece que teme ser confundida com as putas e freiras que passeiam pela órbita de meu ser tão mesquinho e evita deitar na minha cama de pregos com tanta frequência, que duvido de tuas intenções quando no escuro dos teus medos chama baixinho meu nome e implora meus abraços.
Eu sei que mesmo sem me ver sua mente ora para que algum Deus bondoso lhe traga na brisa meus sussurros tão inconvenientes que lhe lembram do mundo que está a sua espera quando voltar pros braços mornos do teu marinheiro tatuado. Já que não sou teu macho nas horas do aperto, advirto que não deve se sentir tão a vontade com os meus encantos profanos, pois amanhecerá com as coxas úmidas de vontade não concretizada.
Você parece pra mim tão superior, como se procurasse em cada esquina algo a mais para entorpecer a dor que repousa em seu peito, mas que não se vende pra qualquer burguês numa barraca de cachorro quente. Ouso gritar que teu corpo é de meretriz, mas tua alma é de alguma coisa mediana, entre a mulher que me faz arder de vontade e aquela que se encoleira por tão pouco.
O que me comove é que no fim das contas sou aquele que resta para consolar teus sonhos frustrados e é no meu braço que encontra o abrigo verdadeiro, que sou eu aquele que desenhou o mapa do teu copo de pecado e sei sem olhar explorar só com a ponta dos dedos nus cada centímetro de prazer que escorre de você. Eu sou aquilo que sempre está disposto a devorar teus medos e tudo mais que quiser me dar. Sou eu aquilo que mais te intimida e mais te aguça, mas por fim você nem imagina que eu pertenço a outros loucos braços e que deixo repousando em você, apenas meu apego amigo e o tempo que jamais tive contigo.
Faz um tempo que eu noto seu jeito tão discreto de caminhar pelas ruas que eu não ando, parecendo uma mulher a mais nesse meio de intelectuais castos, que se divertem julgando os que tem trepam na escada e assim como eu fazem um carnaval na primeira sala escura que encontram. Parece que teme ser confundida com as putas e freiras que passeiam pela órbita de meu ser tão mesquinho e evita deitar na minha cama de pregos com tanta frequência, que duvido de tuas intenções quando no escuro dos teus medos chama baixinho meu nome e implora meus abraços.
Eu sei que mesmo sem me ver sua mente ora para que algum Deus bondoso lhe traga na brisa meus sussurros tão inconvenientes que lhe lembram do mundo que está a sua espera quando voltar pros braços mornos do teu marinheiro tatuado. Já que não sou teu macho nas horas do aperto, advirto que não deve se sentir tão a vontade com os meus encantos profanos, pois amanhecerá com as coxas úmidas de vontade não concretizada.
Você parece pra mim tão superior, como se procurasse em cada esquina algo a mais para entorpecer a dor que repousa em seu peito, mas que não se vende pra qualquer burguês numa barraca de cachorro quente. Ouso gritar que teu corpo é de meretriz, mas tua alma é de alguma coisa mediana, entre a mulher que me faz arder de vontade e aquela que se encoleira por tão pouco.
O que me comove é que no fim das contas sou aquele que resta para consolar teus sonhos frustrados e é no meu braço que encontra o abrigo verdadeiro, que sou eu aquele que desenhou o mapa do teu copo de pecado e sei sem olhar explorar só com a ponta dos dedos nus cada centímetro de prazer que escorre de você. Eu sou aquilo que sempre está disposto a devorar teus medos e tudo mais que quiser me dar. Sou eu aquilo que mais te intimida e mais te aguça, mas por fim você nem imagina que eu pertenço a outros loucos braços e que deixo repousando em você, apenas meu apego amigo e o tempo que jamais tive contigo.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Um dia frio
Eis meu corpo nu diante do espelho dos teus olhos cor marrom, todo marcado para o abate certo do dia a dia, com minhas formas disformes e os olhos de quem bebeu demais na noite anterior e fora privado do direito nobre de esquecer seus problemas e apagar sua existência dos registros da noite anterior. Apagar como se fosse uma noite triste de inverno, com nuvens na frente da lua cheia e deixar passar todas as emoções transviadas do meu coração vazio, como se fossem carros a 180 em qualquer uma BR.
Não me importa o sol que se anuncia do lado de fora e nem mesmo a voz suave da Marisa, me pedindo pra ligar o som e apagar a luz, nada nesse momento rompe o frio da situação que estamos erguendo nesse instante: Eu confrontando nos olhos o fato de que tudo que sua boca diz pode não ser tão verdadeiro quanto a minha ilusão deseja acreditar. Não somos tão próximos quanto deveríamos ou até quanto gostaríamos, somos apenas mais dois numa multidão que grita no banheiro por mais uma dose destilada de romance.
Inegavelmente seus sonhos me alucinam mais que qualquer gemido oriundo dos quartos ao lado, principalmente por percorrer em mim a sombra da dúvida de que não são pra mim seus suspiros e que num cenário de filme branco e preto, não sou eu que estou deitado do seu lado. Não te culpo, pois sou apenas um evento de momento na sua vida, algo que apareceu sem por que, mas que acredita que pode te fazer bem. Obviamente arrogante quero retirar do seus ombros o peso de uma história mal resolvida e quem sabe até ser alguém que te faça sentir completo.
Repouso meus olhos em seu jeito tão indiscreto de agir, me encantando com a forma amedrontada que deixamos as coisas não ocorrerem em nossa história contada em sussurros e deixo estampado nos meus textos todos os segredos camuflados dessa relação indefinida. Acho agora até um pouco de graça, talvez pelo efeito do vinho da noite anterior, ou talvez tenha sido alguma outra fuga qualquer, mas isso não importa realmente com todo o contexto fúnebre que se dá sempre que o sol sai para seu repouso no fim de uma tarde primaveril de domingo.
Pensei honestamente em um final mais profundo,mas em meu corpo não restam as veias poéticas das ultimas semanas, apenas estou sentindo o cansaço de acreditar em mim me consumindo. Nem há mais o ego belo que me fazia o melhor dos melhores homens do mundo. Neste dia frio de 38 graus a unica coisa que repousa sobre mim é a distancia que criamos!
Não me importa o sol que se anuncia do lado de fora e nem mesmo a voz suave da Marisa, me pedindo pra ligar o som e apagar a luz, nada nesse momento rompe o frio da situação que estamos erguendo nesse instante: Eu confrontando nos olhos o fato de que tudo que sua boca diz pode não ser tão verdadeiro quanto a minha ilusão deseja acreditar. Não somos tão próximos quanto deveríamos ou até quanto gostaríamos, somos apenas mais dois numa multidão que grita no banheiro por mais uma dose destilada de romance.
Inegavelmente seus sonhos me alucinam mais que qualquer gemido oriundo dos quartos ao lado, principalmente por percorrer em mim a sombra da dúvida de que não são pra mim seus suspiros e que num cenário de filme branco e preto, não sou eu que estou deitado do seu lado. Não te culpo, pois sou apenas um evento de momento na sua vida, algo que apareceu sem por que, mas que acredita que pode te fazer bem. Obviamente arrogante quero retirar do seus ombros o peso de uma história mal resolvida e quem sabe até ser alguém que te faça sentir completo.
Repouso meus olhos em seu jeito tão indiscreto de agir, me encantando com a forma amedrontada que deixamos as coisas não ocorrerem em nossa história contada em sussurros e deixo estampado nos meus textos todos os segredos camuflados dessa relação indefinida. Acho agora até um pouco de graça, talvez pelo efeito do vinho da noite anterior, ou talvez tenha sido alguma outra fuga qualquer, mas isso não importa realmente com todo o contexto fúnebre que se dá sempre que o sol sai para seu repouso no fim de uma tarde primaveril de domingo.
Pensei honestamente em um final mais profundo,mas em meu corpo não restam as veias poéticas das ultimas semanas, apenas estou sentindo o cansaço de acreditar em mim me consumindo. Nem há mais o ego belo que me fazia o melhor dos melhores homens do mundo. Neste dia frio de 38 graus a unica coisa que repousa sobre mim é a distancia que criamos!
domingo, 4 de dezembro de 2011
Lingerie
A luz é pouca para dar ao recinto um ar mais que profano para o que eu vou falar ao pé do teu ouvido seco. Sou perfeitamente culpado pelo roxo em seu pescoço, mas em minha defesa surgem em minhas costas as marcas de suas unhas propositalmente afiadas, que tiraram sangue perolado do meu corpo de eros. Não sei se em minha imaginação ou em outro universo mais sádico, mas eu ouvi os seus sussurros de madrugada e parecia que meu toque em seus lábios surtiram efeitos além dos esperados e antes que eu imaginasse eu tinha você, inspiração dos meus prazeres sórdidos, em meus braços de loucura, se equilibrando num toco, para me alcançar.
Eu sou um pecador consciente de que pelo seu decote abandonei a minha religião, família e lazer, bem como deixei para trás a segurança de um vigia, para me esbaldar nas luxúrias de teu corpo tão juvenil, que se revelou quando despiu sua roupa intima na cor negro, como teus olhos e me atraiu para dentro de teus encantos sem compromisso e num flerte fatal acabei com toda a tua pureza cruel, como se não passasse de um lacre a ser rompido.
Aos sacanas inescrupulosos que dizem sobre minha vida libertina, peço que por favor atenham-se ao fato de que não se existe força que faça resistir aos lábios superiores e inferiores, desta ninfa virginal e que não a mágica que faça levantar barreiras diante do vento que derruba lentamente tua camisola e a deixa a dois dedos do teu ombro esquerdo, revelando por entre o sutiã um mamilo rosado e ainda não tocado por nenhuma mão tão experiente. Falando em toques, um dos pontos sensuais é o nevoeiro causado pelo cigarro de menta que sua boca ostenta, dando, em contraste com tua maquiagem de princesa, um tom bem mais malicioso que suas pernas trêmulas poderiam sustentar.
Seu perfume é uma cocaína tão ilícita quanto a branca que se vende nos morros, que realiza dentro de mim um misto tão pesado de sentimentos que me torno infame sentimentalista, quase apaixonado por ti Lolita. Entre tuas pernas oro aos anjos que afastem de mim o fantasmas da culpa, que ainda vagam as vezes nos corredores sombrios de meu ordinário cotidiano social.
Lhe contarei das mil homenagem que lhe prestei com a mão direita desde a primeira vez que vi aquela lingerie negra que escondia o corpo pálido, virgem e juvenil que agora se entrega com pouca resistência ao meu tão estimado e ereto ego. Entre as quatro paredes que confidenciam nossas caricias eu lhe confesso ser o conhecedor de tua geografia ainda não decifrada e desço meu facão para tua floresta rala e como um bandeirante, penetro dentro de ti e arranco teus gemidos como se fosse ouro para minha coleção. Deixo agora o som baixo de tua voz ser o ponto mais alto de meu prazer, que me conduz ao ápice de nosso amor cardíaco, onde cada segundo a mais é um risco de morte.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Cotidiano
Todo dia eu acordo sem ter pra onde e sem saber quem é que vai ou quem é que fica, mas com a certeza que vou ter as mentiras de cada dia gravadas no meu celular. A mesma droga de café amargo queima minha garganta profunda enquanto eu ouço que meu time não é mais tão vice quanto o seu, mas isso não faz a minima diferença pois eu sei que você não está mais aqui e que o que restou do nosso amor é sua agenda cor de rosa e a esperança de que um dia a gente se encontra.
As bocas falam tantas besteiras que sinto um fedor peculiar de quem defeca pela mesma ao invés de construir algo melhor com suas palavras e isso acontece em todo lugar. Mais um suicida corta os pulsos enquanto choraminga por sua namorada infiel e sempre vai ter alguém que se vangloria de vitórias medíocres. A campanha de 70 não tem valor pra quem está na beira do precipício.
Nos trens da central deve ter alguém mais desconfortável com o mundo do que eu, alguém sentindo sua quentinha apertada contra as costas e vendo o casamento desabar pelo ciúme pré programado para os dias de shopping e churrasco com amigos na beira da praia. E deve ter alguém mais deprimido do que eu em algum lugar da princesinha do mar, por ser mais uma vitima de um flerte fatal que terminou quando o dia raiou e a carteira não estava do mesmo jeito que antes. Mas eles não sabem como é se sentir vazio de verdade.
Corriqueira e incomoda situação que me pega no meio do dia, que me leva a olhar pelas janelas a procura de alguém que ocupe o espaço na minha tarde vazia. Um clichê totalmente aceitável é a voz do Nasi repetindo que você me ligou para valer o dia e que eu para variar não atendi, talvez com medo da profética retórica de nossa vida comum, desgaste de anos sendo oposto do que deveria ser vivido.
O rádio uiva um lobão apaixonado pela paranoia que você me acostumou a viver, com todo romance digno de um roteiro de Felini e com todo ardor de uma mulher insaciável. Claro que isso foi no tempo em que eu era Don Juan e você era apenas a que eu havia escolhido pra me amar. Só que pro destino quando sexo se torna a melhor das rotinas, ele se envergonha e trata logo de dar para cada um, lágrimas, infidelidade e desconfiança...
Na hora de dormir eu escrevo certos textos que desafogam o que na manha seguinte vai estar entupido de novo e como um dos muitos que vivem a minha volta, defecarei minha insatisfação pelos dedos. Quem sabe identifiquem-se melhor com minhas sombrias travessuras que descrevo em meus textos rubros de sexo. Rituais de cada dia que servem de apoio para continuar sendo assim. E que se danem os puritanos ou os que me abandonam, careçam de minha compaixão e eu lhes dê mais do mesmo troço diferente.
As bocas falam tantas besteiras que sinto um fedor peculiar de quem defeca pela mesma ao invés de construir algo melhor com suas palavras e isso acontece em todo lugar. Mais um suicida corta os pulsos enquanto choraminga por sua namorada infiel e sempre vai ter alguém que se vangloria de vitórias medíocres. A campanha de 70 não tem valor pra quem está na beira do precipício.
Nos trens da central deve ter alguém mais desconfortável com o mundo do que eu, alguém sentindo sua quentinha apertada contra as costas e vendo o casamento desabar pelo ciúme pré programado para os dias de shopping e churrasco com amigos na beira da praia. E deve ter alguém mais deprimido do que eu em algum lugar da princesinha do mar, por ser mais uma vitima de um flerte fatal que terminou quando o dia raiou e a carteira não estava do mesmo jeito que antes. Mas eles não sabem como é se sentir vazio de verdade.
Corriqueira e incomoda situação que me pega no meio do dia, que me leva a olhar pelas janelas a procura de alguém que ocupe o espaço na minha tarde vazia. Um clichê totalmente aceitável é a voz do Nasi repetindo que você me ligou para valer o dia e que eu para variar não atendi, talvez com medo da profética retórica de nossa vida comum, desgaste de anos sendo oposto do que deveria ser vivido.
O rádio uiva um lobão apaixonado pela paranoia que você me acostumou a viver, com todo romance digno de um roteiro de Felini e com todo ardor de uma mulher insaciável. Claro que isso foi no tempo em que eu era Don Juan e você era apenas a que eu havia escolhido pra me amar. Só que pro destino quando sexo se torna a melhor das rotinas, ele se envergonha e trata logo de dar para cada um, lágrimas, infidelidade e desconfiança...
Na hora de dormir eu escrevo certos textos que desafogam o que na manha seguinte vai estar entupido de novo e como um dos muitos que vivem a minha volta, defecarei minha insatisfação pelos dedos. Quem sabe identifiquem-se melhor com minhas sombrias travessuras que descrevo em meus textos rubros de sexo. Rituais de cada dia que servem de apoio para continuar sendo assim. E que se danem os puritanos ou os que me abandonam, careçam de minha compaixão e eu lhes dê mais do mesmo troço diferente.
domingo, 27 de novembro de 2011
Amaldiçoado
Os demônios riem da minha desgraça enquanto jantam seus pratos de chacina e vergonha e pelos cantos eu ouço o suspiro amigo de quem sempre desejou a minha desgraça. Tratado aprisionado em minha torre escura e tendo a companhia de gárgulas escrotas que preferiam estar petrificadas ao lado de alguém bem mais belo ou sortudo como os baixos carecas que povoam o meu mundinho. Eu sou vassalo do destino insone que apodrece as mais antigas lembranças felizes para me lembrar do que eu sou, um bastardo, um maldito cantor das mais óbvias anedotas.
Sempre me dizem que vou sobreviver ao estado de tormenta que causaram em minha vida, mas quando se vive tanto quando eu vivi, sabe-se que não se pode confiar nas palavras de troiano qualquer ou nem mesmo aceitar os beijos de uma cortesã como se eles fossem durar, pois nada dura para quem tem a marca que carrego no coração. Sou como um leproso, recebendo do mundo sua piedade por ser maldito e ao mesmo tempo sublime. Sou desprezível e desprezado. Ironicamente eu sou feito de todo esse desgosto fátuo e compelido há uma desgraça tamanha, que enlouqueceria o mais simplório dos seres, mas apenas abastece em mim a vontade de continuar caminhando, rumo ao fim dessa existência tão pequenina.
Pai, se está sempre comigo, diga-me quais são seus planos para este fiel servo do oposto, que tanto luta por um lugar junto aos comuns e só recebe de ti, os olhares de reprovação e a negação de uma vida comum ou até mesmo de um final coerente para uma alma como a minha. Vago por essa terra, como um zumbi, quase um parasita que se alimenta da boa vontade e da luxúria que se despeja nos quartos escuros de festas de garagem.
Questiono as piranhas de Noel se sou mesmo esse maldito encantado que traz um leque de histórias carinhosas em sua bolsa e não recebe nenhum reconhecimento se quer por suas canções. Elas apenas me sorriem e perguntam se eu quero mais um programa, no qual eu apenas assistirei no escuro aquilo que me daria prazer se fosse em mim. Observar e não poder tocar, essa é minha maldição.
Antigos profetas dizem que um dia haverá esperança reluzente no horizonte negro em que habitam meus sonhos mais profanos e na clareza de um domingo, se fará de novo vívida a chama da felicidade. Profetas mentem. Não há felicidade para os que foram marcados pelos anjos a aguardarem seu julgamento queimando no fogo brando e falso dos beijos sem amor que me oferecem as pobres donzelas do arpoador.
Levem para casa esta canção de desprezo completo aos que vagam sob a luz dos sorrisos e trafegam pelas ruas pichando com seus romances saber de chocolate, as praças e ruas que eu deixei cinzentas. Não façam de mim seu mártir ou acreditem quem eu sou algo mais que um penitente, pois não sou. Minha sina é não dormir para vigiar que os sonhos dos que amo se realizem quando eles estiverem acordados. Maldito e aprisionado pelos próprios dogmas.
Um solitário cavaleiro das trevas, que faz de si mesmo um exemplo de punição e crueldade, que trocou seu coração por um diamante, quase indestrutível por danos externos. Sem prêmios de chegada ou beijos de namorada, como cazuza, sou apenas mais um cara latino americano que sem dinheiro no banco, não frequenta mais as festas da high society e não beija das bocas mais conhecidas e nem se alimenta das ovas dos peixes. Não tenho dinheiro, moral , escrúpulos ou mulher para me acompanhar. Não tenho mais casa para chamar de lar e definitivamente não tenho mais quem chamar de irmão!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
O seu ultimo truque
Esse deve ser meu ultimo conto e aposto que você meu leitor antigo deve estar esperando algo sobre paus e bucetas ou sobre sexo impiedoso e mordaz. Infelizmente devo decepcionar a todos, pois tudo de sexo e prazer que eu poderia oferecer ao mundo eu gastei nas ultimas horas de meu dia, enquanto filosofava nu na cama sobre os segredos de dois corpos entrelaçados e assistia em minha mente a síntese sombria e poética de uma relação inflamável.
Nos últimos meses dentro de mim eu vivia num bordel de sentimentos que se esfregavam na primeira pessoa interessante que aparecia, como se quisessem vender um pouco mais de mim que ainda não tinha sido tomado pela credora depressão, que levou os pedaços mais selvagens de minha personalidade. Sim, fiz tipo de coitado pra ver se alguém sentia um pouco de pena de mim e talvez me levasse pra algum lugar que me devolvesse o corpo moreno que antes eu costumava habitar e dividir os melhores sonhos e até mesmo os mais profundos orgasmos, mas a pena que me deram foi a de leproso, que se dá cuidados especiais a distância. Me vitimei e acabei fazendo de minha imagem reflexo de palhaço, bicha e até as vezes de sábio, mas nunca de macho que valesse levar pra casa e trepar a madrugada inteira.
Na ladeira da queda livre que eu estava precisei de uma sexta feira e alguns copos de uma bebida sem álcool pra conhecer um sorriso amigo que me deu conforto inexplicável, como se eu não fosse o único que procura alguma coisa no caminho. Foi carinhoso a forma que ela me olhou, talvez por que fosse sem nenhum propósito o intenção escondida. Se tivesse sobrado mais de coração em mim, podia ter sido fatal, pois nunca estive tão entregue como me senti naquela hora. Eram muitos cigarros que minha visão turva enxergou o surgimento de uma amizade pura e simples. Nada melhor para dois viajantes cansados de andar nesse deserto amarelo que é o amor.
Me senti mais preenchido de qualquer coisa que fosse mais relevante que o vazio oco que se constituiu dentro dos meus dias nerd e por isso sorri mais que qualquer um, sendo radiante no meu mundo contido. E com as horas passando percebi que seria do jeito que haviam me dito, pois toda a ferida sara e nem importa o quanto queira gritar ou deixar aberta, tudo vai fechar. Seja num quarto escuro aproveitando do doce perfume do corpo de uma mulher ou cantando alguma melô de karaokê, você vai acabar vivendo mais que sua dor e infelizmente ela vai desaparecer.
E dentre os convidados ilustres do meu fim de semana eu estive diante da própria filha do vento, que possui o mais belo par de vergonha que eu já pude ver e dotada de uma paixão voraz quando instigada, mas que nem ao menos se permite a glória de um momento sem culpa. Nela eu me vi e talvez por tê-la criado em minha mente e notei a insegurança de um mundo de cobranças, quando você não é aquilo que mais agrada a massa e tem que dar mais de si que existe dentro dos teus mais inocentes desejos. Ela foi inventada numa noite onde não cabiam meus sonhos e sentir seu toque de brisa partindo foi a mais pura sensação de respeito que eu poderia sentir. Não que não tenha pintado o ciúmes de ter que ver algo que eu criei indo pra qualquer braço que não os meus, mas não se criam sonhos pra serem vividos só por você e disso só os que sonham e deliram intensamente podem dizer.
No fim de minha excursão insone por três dias no maravilhoso país das maravilhas, me deparo com uma rainha de copas sorridente que se diz a própria voz da salvação, dizendo belezas sobre redenção e arrependimento, mas para a sua infelicidade, minha nova alma fora tolida por um prazer maior que vinha dos céus ultra violetas que se anunciavam sobre a cidade maravilhosa e deixei suas palavras para um outro dia, pois preferia voltar pra casa do que ser taxado de chapeleiro louco, que vive no aguardo de sua Alice arrependida e cheia de sonhos. Eu estava diante de um novo dia e de uma nova oportunidade de ser mais um idiota que sorri a toa por estar apenas vivo.
Claro que na volta pra casa, me senti mais confortável com o tom de voz de Cazuza me lembrando que tudo que tinha vivido nesse sonho acordado era parte do meu maior espetáculo, naquele que sou protagonista há quase 22 anos, atuando e as vezes até sangrando por esse personagem que tanto agrada o público e até a mim mesmo, já que sempre reinvento um jeito novo de sorrir ou chorar e quem sabe até mesmo amar, mas isso nunca esteva nas minhas mãos. O que posso concluir que meu maior truque e talvez como o titulo anunciou, o meu ultimo truque é ter amor pra recomeçar sempre que acabam com todos os meus sonhos. Me despeço sem sexo nas minha linhas finais, mas garanto a todos que minha mente está cheia de profundos toques para sua gruta apertada que me atrai bastante. Digo agora que por hora não tenho mais palavras, mas em breve posso estar citando mais segredos de uma boca cheia de pecado e de outros prazeres mais viscosos... And here I go!
Nos últimos meses dentro de mim eu vivia num bordel de sentimentos que se esfregavam na primeira pessoa interessante que aparecia, como se quisessem vender um pouco mais de mim que ainda não tinha sido tomado pela credora depressão, que levou os pedaços mais selvagens de minha personalidade. Sim, fiz tipo de coitado pra ver se alguém sentia um pouco de pena de mim e talvez me levasse pra algum lugar que me devolvesse o corpo moreno que antes eu costumava habitar e dividir os melhores sonhos e até mesmo os mais profundos orgasmos, mas a pena que me deram foi a de leproso, que se dá cuidados especiais a distância. Me vitimei e acabei fazendo de minha imagem reflexo de palhaço, bicha e até as vezes de sábio, mas nunca de macho que valesse levar pra casa e trepar a madrugada inteira.
Na ladeira da queda livre que eu estava precisei de uma sexta feira e alguns copos de uma bebida sem álcool pra conhecer um sorriso amigo que me deu conforto inexplicável, como se eu não fosse o único que procura alguma coisa no caminho. Foi carinhoso a forma que ela me olhou, talvez por que fosse sem nenhum propósito o intenção escondida. Se tivesse sobrado mais de coração em mim, podia ter sido fatal, pois nunca estive tão entregue como me senti naquela hora. Eram muitos cigarros que minha visão turva enxergou o surgimento de uma amizade pura e simples. Nada melhor para dois viajantes cansados de andar nesse deserto amarelo que é o amor.
Me senti mais preenchido de qualquer coisa que fosse mais relevante que o vazio oco que se constituiu dentro dos meus dias nerd e por isso sorri mais que qualquer um, sendo radiante no meu mundo contido. E com as horas passando percebi que seria do jeito que haviam me dito, pois toda a ferida sara e nem importa o quanto queira gritar ou deixar aberta, tudo vai fechar. Seja num quarto escuro aproveitando do doce perfume do corpo de uma mulher ou cantando alguma melô de karaokê, você vai acabar vivendo mais que sua dor e infelizmente ela vai desaparecer.
E dentre os convidados ilustres do meu fim de semana eu estive diante da própria filha do vento, que possui o mais belo par de vergonha que eu já pude ver e dotada de uma paixão voraz quando instigada, mas que nem ao menos se permite a glória de um momento sem culpa. Nela eu me vi e talvez por tê-la criado em minha mente e notei a insegurança de um mundo de cobranças, quando você não é aquilo que mais agrada a massa e tem que dar mais de si que existe dentro dos teus mais inocentes desejos. Ela foi inventada numa noite onde não cabiam meus sonhos e sentir seu toque de brisa partindo foi a mais pura sensação de respeito que eu poderia sentir. Não que não tenha pintado o ciúmes de ter que ver algo que eu criei indo pra qualquer braço que não os meus, mas não se criam sonhos pra serem vividos só por você e disso só os que sonham e deliram intensamente podem dizer.
No fim de minha excursão insone por três dias no maravilhoso país das maravilhas, me deparo com uma rainha de copas sorridente que se diz a própria voz da salvação, dizendo belezas sobre redenção e arrependimento, mas para a sua infelicidade, minha nova alma fora tolida por um prazer maior que vinha dos céus ultra violetas que se anunciavam sobre a cidade maravilhosa e deixei suas palavras para um outro dia, pois preferia voltar pra casa do que ser taxado de chapeleiro louco, que vive no aguardo de sua Alice arrependida e cheia de sonhos. Eu estava diante de um novo dia e de uma nova oportunidade de ser mais um idiota que sorri a toa por estar apenas vivo.
Claro que na volta pra casa, me senti mais confortável com o tom de voz de Cazuza me lembrando que tudo que tinha vivido nesse sonho acordado era parte do meu maior espetáculo, naquele que sou protagonista há quase 22 anos, atuando e as vezes até sangrando por esse personagem que tanto agrada o público e até a mim mesmo, já que sempre reinvento um jeito novo de sorrir ou chorar e quem sabe até mesmo amar, mas isso nunca esteva nas minhas mãos. O que posso concluir que meu maior truque e talvez como o titulo anunciou, o meu ultimo truque é ter amor pra recomeçar sempre que acabam com todos os meus sonhos. Me despeço sem sexo nas minha linhas finais, mas garanto a todos que minha mente está cheia de profundos toques para sua gruta apertada que me atrai bastante. Digo agora que por hora não tenho mais palavras, mas em breve posso estar citando mais segredos de uma boca cheia de pecado e de outros prazeres mais viscosos... And here I go!
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Jogo sombrio
Dadas as atuais circunstancias vim por meio deste desmistificar muitos dos boatos sobre minha pessoa e também explicar a origem dos meus comentários atualmente tão ácidos e banhados em uma obscenidade declaradamente ofensiva e diretamente guiada ao meu repúdio pela massa feminina não pensante.
Alguns dizem que uma maneira antiquada de se manter reservado é dar as pessoas a face que elas evitam olhar com freqüência para que não precise se envolver profundamente com ninguém,mas profundamente pesaroso devo informar aos meus psicólogos que não sofro deste mal, pois quando falo dede sexo casual e dou com uma pitada sacana de promiscuidade que faz a falsa donzela lamber os lábios discretamente enquanto lê meus textos ou quando ouve o que eu gostaria de fazer em sua cama, não estou me valendo de nenhum subterfúgio para me afaste, pelo contrário sou assim mesmo, gosto e me excito com esse traço temeroso das pessoas sobre sua própria sexualidade ou com a minha sexualidade acentuada e as suas críticas tornam meus textos cada vez mais lúdicos e insensatos.
Admito realmente que se hoje pudesse explorar o corpo de uma bela mulher, o trataria com respeito momentâneo que todo sexo necessita, pois não importa se ela é puta, maconheira, promíscua ou evangélica, toda mulher que você escolhe pra levar pra cama é unica e ao menos naquele instante deve ser tratada como tal. Logo a respeito não vulgarizando nosso ato, a beijo como se fosse a ultima boca a ser beijada e toco seu sexo nem como fera e nem como cortês, mas como um homem que sabe exatamente o que se deve provar e me divirto ali até seu néctar descer da fonte e anunciar no céu de minha boca o gosto amargo e suave de um gozo feminino.
Falando sobre vulgaridade, pode se dizer que meus abraços tem uma segunda intenção inata e que me delicio com revelar em cada um dos que leem meu texto, uma faceta de excitação e revolta com minhas palavras tão propositalmente boladas para mesclar um certo repúdio e um fascínio pelo mundo que me atrai, onde sexo e paixão são deliberadamente livres de conceitos e pré conceitos tão antiguados e que posso tomar minha mulher pelos braços e ataco de macho, tomando como se fosse água da fonte cada beijo, gemido e arranhão.
Claro que num contexto interessante revelo minha timidez solene de menino que é insatisfeito com seu corpo desforme e altura mediana, nem alto e nem forte nem ao menos rico, acabo sendo aquele tipo de homem que sempre está sentado na parte mais escura, oposto ao flash das mulheres insensatas por um homem que as agrade verdadeiramente, seja com escudo ou seja com tatuagens. Não fazendo muito esse tipo de homem, eu me defendo entre meus textos tão banais que me impedem de vender minha ideologia só por uma vagina e tornam-me um enigma tão simples para os esclarecidos e uma incógnita tão insolúvel para os despreparados.
Sussurro que o tempo é meu companheiro fidedigno, quase um pai de todos os meus desesperos e criador de pesadelos solenes e que criou em mim a emoção que está estampada em cada texto meu, carregada de inspiração de dias em que tudo era mais simples ou mais feliz. Acredite em mim, senhores do público, sou severamente mascarado por questão de proteger-me do mundo tão conturbado de suas máscaras. Se minha promiscuidade um dia os ofendeu, saibam que ela me seduzia e me alucinava bem antes mesmo de torna-las palavras. Se um dia meu ego os incomodou, saiba que ele é uma parcela da minha sinceridade esmagadora que questiona como se pode viver em paz com toda essa beleza falsa que exaltam na varanda de suas casas e ainda sim criticar quem está na esquina. E advirto que se um dia se sentiu atraída por mim,é por que vê em meu jogo a realidade de meu desejo sacana por teu corpo rascunho, pois talvez ser um step seja melhor que ficar guardada em casa, caçando paixões no facebook Aos aplausos dos mais viris que eu me aproximo do fim destas linhas tão sacanas e digo pra você que não se desespere com meus desejos profanos, pois os controlo sempre que possível.
Alguns dizem que uma maneira antiquada de se manter reservado é dar as pessoas a face que elas evitam olhar com freqüência para que não precise se envolver profundamente com ninguém,mas profundamente pesaroso devo informar aos meus psicólogos que não sofro deste mal, pois quando falo dede sexo casual e dou com uma pitada sacana de promiscuidade que faz a falsa donzela lamber os lábios discretamente enquanto lê meus textos ou quando ouve o que eu gostaria de fazer em sua cama, não estou me valendo de nenhum subterfúgio para me afaste, pelo contrário sou assim mesmo, gosto e me excito com esse traço temeroso das pessoas sobre sua própria sexualidade ou com a minha sexualidade acentuada e as suas críticas tornam meus textos cada vez mais lúdicos e insensatos.
Admito realmente que se hoje pudesse explorar o corpo de uma bela mulher, o trataria com respeito momentâneo que todo sexo necessita, pois não importa se ela é puta, maconheira, promíscua ou evangélica, toda mulher que você escolhe pra levar pra cama é unica e ao menos naquele instante deve ser tratada como tal. Logo a respeito não vulgarizando nosso ato, a beijo como se fosse a ultima boca a ser beijada e toco seu sexo nem como fera e nem como cortês, mas como um homem que sabe exatamente o que se deve provar e me divirto ali até seu néctar descer da fonte e anunciar no céu de minha boca o gosto amargo e suave de um gozo feminino.
Falando sobre vulgaridade, pode se dizer que meus abraços tem uma segunda intenção inata e que me delicio com revelar em cada um dos que leem meu texto, uma faceta de excitação e revolta com minhas palavras tão propositalmente boladas para mesclar um certo repúdio e um fascínio pelo mundo que me atrai, onde sexo e paixão são deliberadamente livres de conceitos e pré conceitos tão antiguados e que posso tomar minha mulher pelos braços e ataco de macho, tomando como se fosse água da fonte cada beijo, gemido e arranhão.
Claro que num contexto interessante revelo minha timidez solene de menino que é insatisfeito com seu corpo desforme e altura mediana, nem alto e nem forte nem ao menos rico, acabo sendo aquele tipo de homem que sempre está sentado na parte mais escura, oposto ao flash das mulheres insensatas por um homem que as agrade verdadeiramente, seja com escudo ou seja com tatuagens. Não fazendo muito esse tipo de homem, eu me defendo entre meus textos tão banais que me impedem de vender minha ideologia só por uma vagina e tornam-me um enigma tão simples para os esclarecidos e uma incógnita tão insolúvel para os despreparados.
Sussurro que o tempo é meu companheiro fidedigno, quase um pai de todos os meus desesperos e criador de pesadelos solenes e que criou em mim a emoção que está estampada em cada texto meu, carregada de inspiração de dias em que tudo era mais simples ou mais feliz. Acredite em mim, senhores do público, sou severamente mascarado por questão de proteger-me do mundo tão conturbado de suas máscaras. Se minha promiscuidade um dia os ofendeu, saibam que ela me seduzia e me alucinava bem antes mesmo de torna-las palavras. Se um dia meu ego os incomodou, saiba que ele é uma parcela da minha sinceridade esmagadora que questiona como se pode viver em paz com toda essa beleza falsa que exaltam na varanda de suas casas e ainda sim criticar quem está na esquina. E advirto que se um dia se sentiu atraída por mim,é por que vê em meu jogo a realidade de meu desejo sacana por teu corpo rascunho, pois talvez ser um step seja melhor que ficar guardada em casa, caçando paixões no facebook Aos aplausos dos mais viris que eu me aproximo do fim destas linhas tão sacanas e digo pra você que não se desespere com meus desejos profanos, pois os controlo sempre que possível.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Conversando sobre mulheres
Que me desculpem os que duvidam da minha sexualidade e me tomam como homossexual, devo declarar aqui,neste momento, que não viveria sem os segredos da gruta úmida que se esconde entre as pernas de uma mulher. Sejam elas morenas, negras, altas e baixas, mas seus lábios, quando me envolvem a lingua e sinto na saliva o sabor de prazer, me entrego neste exato momento ao estado inflamável de uma paixão!
Mulheres peço que n me tomem por vulgar, mas minhas palavras são sinceras e minha completa admiração pelo seu poder de seduzir com um olhar e gerar no mais duro dos homens, um tom de fragilidade e possível felicidade desconhecida. Claro que este apreço se demonstra com uma elevação indiscreta em minha bermuda, mas digo num tom irônico que este estado é uma forma de respeitar a beleza demonstrada e não por ser um pervertido, até por que só as mais belas me deixam completamente excitado, ao ponto de não controlar meu pau.
Da sala ao quarto, quando estou com uma dama, me sinto um pintor querendo desenhar meus beijos por todo corpo e as vezes deixar numa melodia de erotismo, alguns gemidos desnecessários e incomodativos para os vizinhos mais cansados. Me sinto um palhaço quando posto em seu face um sorriso de curtição e te deixo sem graça quando digo olhando nos teus olhos que quero ter você nos meus braços.
Bem por experiencia eu prefiro mulheres que tenham passado, pois as puritanas tendem a ser deveras cruéis quando lhes mostro meu lado mais obscuro e dou das lágrimas de saudade até as de paixão e reencontro. Faço de meu corpo um templo para que se escondam de teus medos mais sérios e se encontrem a vontade para demonstrar em mim, seus sonhos mais tímidos.
Já fiz da noite o dia pra fazer alguém sorrir e até dividir meu amor com outros, só pra dar a ela o que seu corpo desejava, pois uma mulher deve ser agradada de todas as formas e posições, devorada com dez talheres ou mais. Com todo o desejo de um profano e a sutileza de um nobre, um home deve se fazer de sua senhora como todo o respeito de um galante a moda antiga e com o ar de safado, na medida certa para não assustar.
Não sei apenas se esse é o método mais correto de se dizer, mas essa é a verdade de minha admiração para com mulheres de todos os povos, estilos e tipos. Mas agora digo que para as que se admiraram com meu texto sacana, que todo esse desejo hoje em dia pertence a uma mulher tão menina, morena e que me completa e que sou dela, um templo, um amigo e até quem sabe um amante de verdade.
Digo aos homens que batem, enganam e até se alteram com uma mulher, eu digo que deve-se tratar uma mulher como se trata rosas, com delicadeza e voracidade do corte da tesoura. Todas mulheres tem sempre algo escondido que atrai o desejo, mas nem sempre abrir mão do amor que se tem, é a solução para se viver bem! Amem a mulher que está ao teu lado, ame a que se abre para ti e seja dela com profundidade e terá experimentado mais que se beber um pouco do néctar de todas!
Mulheres peço que n me tomem por vulgar, mas minhas palavras são sinceras e minha completa admiração pelo seu poder de seduzir com um olhar e gerar no mais duro dos homens, um tom de fragilidade e possível felicidade desconhecida. Claro que este apreço se demonstra com uma elevação indiscreta em minha bermuda, mas digo num tom irônico que este estado é uma forma de respeitar a beleza demonstrada e não por ser um pervertido, até por que só as mais belas me deixam completamente excitado, ao ponto de não controlar meu pau.
Da sala ao quarto, quando estou com uma dama, me sinto um pintor querendo desenhar meus beijos por todo corpo e as vezes deixar numa melodia de erotismo, alguns gemidos desnecessários e incomodativos para os vizinhos mais cansados. Me sinto um palhaço quando posto em seu face um sorriso de curtição e te deixo sem graça quando digo olhando nos teus olhos que quero ter você nos meus braços.
Bem por experiencia eu prefiro mulheres que tenham passado, pois as puritanas tendem a ser deveras cruéis quando lhes mostro meu lado mais obscuro e dou das lágrimas de saudade até as de paixão e reencontro. Faço de meu corpo um templo para que se escondam de teus medos mais sérios e se encontrem a vontade para demonstrar em mim, seus sonhos mais tímidos.
Já fiz da noite o dia pra fazer alguém sorrir e até dividir meu amor com outros, só pra dar a ela o que seu corpo desejava, pois uma mulher deve ser agradada de todas as formas e posições, devorada com dez talheres ou mais. Com todo o desejo de um profano e a sutileza de um nobre, um home deve se fazer de sua senhora como todo o respeito de um galante a moda antiga e com o ar de safado, na medida certa para não assustar.
Não sei apenas se esse é o método mais correto de se dizer, mas essa é a verdade de minha admiração para com mulheres de todos os povos, estilos e tipos. Mas agora digo que para as que se admiraram com meu texto sacana, que todo esse desejo hoje em dia pertence a uma mulher tão menina, morena e que me completa e que sou dela, um templo, um amigo e até quem sabe um amante de verdade.
Digo aos homens que batem, enganam e até se alteram com uma mulher, eu digo que deve-se tratar uma mulher como se trata rosas, com delicadeza e voracidade do corte da tesoura. Todas mulheres tem sempre algo escondido que atrai o desejo, mas nem sempre abrir mão do amor que se tem, é a solução para se viver bem! Amem a mulher que está ao teu lado, ame a que se abre para ti e seja dela com profundidade e terá experimentado mais que se beber um pouco do néctar de todas!
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Conversando sobre a pele morena de teu corpo
Teus lábios de infidelidade ainda cultivam na minha memória a lembrança de um dia em nossas vidas, era o segundo dia de dezembro e sem anunciar, com o sol brilhando sob teu umbigo e um cigarro queimando na boca. Tua timidez era clara e mesmo assim, com todo o capricho de uma donzela você me desvirginou de uma vida quase boa pra uma eternidade de ladeiras e infindáveis noites de prazer oculto.
Sua sensualidade invadiu minha casa numa tarde de natal e mais uma vez me vi sendo roubado, depois de levar meus pensamentos e gravar neles teu sorriso, agora arrancava de meu sangue um afeto que me deixava mais que feliz. Foi o melhor presente que noel poderia me dar e como foi brilhante teu encontro com meu corpo no fim do dia. Não sei se ainda se lembra, mas nossos joelhos doeram pelo carpete e nossas bocas encontraram-se aturdidas pela voracidade que nossas línguas se comunicavam em cada ponto do nosso corpo.
Mesmo que passem anos, a presença da tua pele ainda vai estar gravada dentro de meu corpo e fazendo de mim escravo perpétuo de tuas ancas. Dotados de um prazer egoísta onde o outro era o centro de todas as coisas e nada mais além do momento era importante. Vivenciamos dias de casal sem ter ao menos um anel no dedo e passamos por crises, desde a sombra da infidelidade até a separação e neste momento vi que no vazio se encontra o reflexo de nossa vida juntos, com um futuro ainda incerto.
Feito de sonhos e esperança, caminho por este mundo tao cinza que parece não pertencer aos meus devaneios, como um louco que caminha em busca de seus gigantes, eu vago procurando a tua célebre presença, vestida de branco diante de um altar de prece. A tarde ganharia as cores que escondi de meus olhos só pra produzir nosso dia.
Entretanto o dia fica cada vez mais triste quando o frio entra pela minha casa e não tem seu corpo incomparável sedução, que me faz sentir como se todo o mundo preferisse me ver assim, um pedaço de qualquer coisa que eu já tenha sido. Entreolho os deuses mais bonitos e questiono por que me deixaram apenas com a lua cheia iluminando meu caminho e não possuo mais tua mão sublime sobre meu membro rígido.
Entre as pervertidas noites de nossa paixão incontrolável, fiz de tudo pra dar a você aquilo que nem sabia que existia em mim. Fiz um castelo de sonhos e maravilhas, para esconder a pele linda e morena que recobria a minha alma gêmea. Cantei para os indecisos que você era meu esquema, meu domingo de sol e meu maior pecado, daquele que eu n pretendo ser salvo, pois em cada célula existe o teu nome gravado.
Sua sensualidade invadiu minha casa numa tarde de natal e mais uma vez me vi sendo roubado, depois de levar meus pensamentos e gravar neles teu sorriso, agora arrancava de meu sangue um afeto que me deixava mais que feliz. Foi o melhor presente que noel poderia me dar e como foi brilhante teu encontro com meu corpo no fim do dia. Não sei se ainda se lembra, mas nossos joelhos doeram pelo carpete e nossas bocas encontraram-se aturdidas pela voracidade que nossas línguas se comunicavam em cada ponto do nosso corpo.
Mesmo que passem anos, a presença da tua pele ainda vai estar gravada dentro de meu corpo e fazendo de mim escravo perpétuo de tuas ancas. Dotados de um prazer egoísta onde o outro era o centro de todas as coisas e nada mais além do momento era importante. Vivenciamos dias de casal sem ter ao menos um anel no dedo e passamos por crises, desde a sombra da infidelidade até a separação e neste momento vi que no vazio se encontra o reflexo de nossa vida juntos, com um futuro ainda incerto.
Feito de sonhos e esperança, caminho por este mundo tao cinza que parece não pertencer aos meus devaneios, como um louco que caminha em busca de seus gigantes, eu vago procurando a tua célebre presença, vestida de branco diante de um altar de prece. A tarde ganharia as cores que escondi de meus olhos só pra produzir nosso dia.
Entretanto o dia fica cada vez mais triste quando o frio entra pela minha casa e não tem seu corpo incomparável sedução, que me faz sentir como se todo o mundo preferisse me ver assim, um pedaço de qualquer coisa que eu já tenha sido. Entreolho os deuses mais bonitos e questiono por que me deixaram apenas com a lua cheia iluminando meu caminho e não possuo mais tua mão sublime sobre meu membro rígido.
Entre as pervertidas noites de nossa paixão incontrolável, fiz de tudo pra dar a você aquilo que nem sabia que existia em mim. Fiz um castelo de sonhos e maravilhas, para esconder a pele linda e morena que recobria a minha alma gêmea. Cantei para os indecisos que você era meu esquema, meu domingo de sol e meu maior pecado, daquele que eu n pretendo ser salvo, pois em cada célula existe o teu nome gravado.
domingo, 16 de outubro de 2011
Em carne viva
Estou aqui, caminhando nesta longa noite que não tem mais fim, desafiando deuses e profetas, ignorando meu próprio futuro, apenas para ter a chance míope de beijar seus lábios de discórdia e trançar por entre suas pernas cor de frustração e quem sabe banhar-te com meu liquido viscoso e perolado que concede vida aos menores e causa repúdio aos maiores.
Próximo do teu corpo nu, ilusão, eu me sinto tão impotente ao ponto de meu membro rígido se apontar para o céu, claramente pedindo sua boca e suas mãos ao redor de mesmo, para arrancar-me suspiros sinceros e toques incertos. Não sou mais um cavalheiro que pretende proteger-te de tudo a sua volta, sou canalha de sangue quente e viril como um cão sem fêmea no cio e dotado do prazer mais egoísta e sombrio só pra te ver gozar primeiro.
A noite acaba com um até logo inesperado, que ignora todos os pedidos do tempo retornar. E conformado eu parto por saber que nem sou o nome que passa pela tua cabeça, já que são os outros abraços que teu corpo deseja, mas finge não querer, por pura hipocrisia ou conceito moral qualquer que não cabe mais entre nós, meros mortais.
Sim, do teu lado me sinto quase como uma criança indefesa ou um salafrário esguio, que pelas sombras rouba um pouco mais da tua atenção carnal e que se deixa sangrar pela tua indiferença mórbida de quem já tem o que aguardar de mim e que nem se interessa pelo pouco que eu demonstro.
Meu corpo sangra a cada hora que isso parece ser mais derradeiro e me mancho de uma cor de indisponibilidade somente para ver se o meu jogo sombrio tem mesmo validade. E que ignore em suma todo o meu desencanto pelos teus sonhos ou pela tua amizade fria, pois apenas ela conforta meu ego desfigurado pelo fogo insolente da sinceridade que eu lhe ofereço.
A cada hora de devaneio eu me pergunto então, por que lhe dizer o que eu penso se é de mim que tu cria mais antipatia ou até indiferença sutil e que sou o mais verdadeiro para ti. Deve ser como dizem, monstros como eu merecem viver relegados no abismo, apenas admirando aquilo que não devem ter...
Próximo do teu corpo nu, ilusão, eu me sinto tão impotente ao ponto de meu membro rígido se apontar para o céu, claramente pedindo sua boca e suas mãos ao redor de mesmo, para arrancar-me suspiros sinceros e toques incertos. Não sou mais um cavalheiro que pretende proteger-te de tudo a sua volta, sou canalha de sangue quente e viril como um cão sem fêmea no cio e dotado do prazer mais egoísta e sombrio só pra te ver gozar primeiro.
A noite acaba com um até logo inesperado, que ignora todos os pedidos do tempo retornar. E conformado eu parto por saber que nem sou o nome que passa pela tua cabeça, já que são os outros abraços que teu corpo deseja, mas finge não querer, por pura hipocrisia ou conceito moral qualquer que não cabe mais entre nós, meros mortais.
Sim, do teu lado me sinto quase como uma criança indefesa ou um salafrário esguio, que pelas sombras rouba um pouco mais da tua atenção carnal e que se deixa sangrar pela tua indiferença mórbida de quem já tem o que aguardar de mim e que nem se interessa pelo pouco que eu demonstro.
Meu corpo sangra a cada hora que isso parece ser mais derradeiro e me mancho de uma cor de indisponibilidade somente para ver se o meu jogo sombrio tem mesmo validade. E que ignore em suma todo o meu desencanto pelos teus sonhos ou pela tua amizade fria, pois apenas ela conforta meu ego desfigurado pelo fogo insolente da sinceridade que eu lhe ofereço.
A cada hora de devaneio eu me pergunto então, por que lhe dizer o que eu penso se é de mim que tu cria mais antipatia ou até indiferença sutil e que sou o mais verdadeiro para ti. Deve ser como dizem, monstros como eu merecem viver relegados no abismo, apenas admirando aquilo que não devem ter...
sábado, 23 de abril de 2011
Conversando sobre a familia, parte 2
Estamos todos reunidos em volta da mesa, apreciando uma boa carne e bebendo um nectar amarelado que sai da cevada, deixando o tempo correr pelos dedos e seguir seu curso. Não somos mais que marionetes do destino que ali, ensenam mais uma peça da vida, na qual sorrimos, bebemos e esquecemos que amanha está chegando como um lobo solitário e esfomeado, com dentes de aço pronto para devorar nossas expectativas de um futuro feliz.
Certamente os criticos vão dizer que eu tenho uma visão pessimista e que temos sempre o amanha para recomeçar, mas eles esquecem que a constancia do universo, que faz com que os corpos se atraiam acaba por fazer eles se repelirem em um determinado momento. Num segundo aquilo que era garantido some e nem os irmãos de armas estam mais ali, restando somente na fotografia a memória dos mesmos e marcado na pele os momentos de risos e de lágrimas compartilhados.
Alguns podem duvidar, mas nada fica para sempre do jeito que imaginamos e para conseguirmos continuar as vezes precisamos deixar as coisas rolarem, como um rio faz com suas aguas e aceitar que o que fica são as memórias, mas os amigos eles vão e nem sempre voltam...
Para quem puder entender a sutileza do que eu digo, aplausos e para os que não aceitarem meu ombro consolador os aguarda. Mas entendendo ou não, superando ou não eu vos digo que essa é a maior das dificuldades da vida: se despreender!
Dedicado para minha familia... Irmãos, onde quer que estejam, estaremos sempre juntos!!!
Certamente os criticos vão dizer que eu tenho uma visão pessimista e que temos sempre o amanha para recomeçar, mas eles esquecem que a constancia do universo, que faz com que os corpos se atraiam acaba por fazer eles se repelirem em um determinado momento. Num segundo aquilo que era garantido some e nem os irmãos de armas estam mais ali, restando somente na fotografia a memória dos mesmos e marcado na pele os momentos de risos e de lágrimas compartilhados.
Alguns podem duvidar, mas nada fica para sempre do jeito que imaginamos e para conseguirmos continuar as vezes precisamos deixar as coisas rolarem, como um rio faz com suas aguas e aceitar que o que fica são as memórias, mas os amigos eles vão e nem sempre voltam...
Para quem puder entender a sutileza do que eu digo, aplausos e para os que não aceitarem meu ombro consolador os aguarda. Mas entendendo ou não, superando ou não eu vos digo que essa é a maior das dificuldades da vida: se despreender!
Dedicado para minha familia... Irmãos, onde quer que estejam, estaremos sempre juntos!!!
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Conversando sobre o sexo frágil
Torna-se um homem, feito de nada como todos nós, com as ambições vindas do tempo de menino e o corpo recém formada da extinta puberdade. A fase da bronha acabou e estamos entregues ao mundo das infinitas possibilidades, onde não terá mais a mão guia dos pais para dizer que voce vai ser. O mundo se abre como uma vadia abre as pernas e lhe oferece todos os preciosos prazeres de suas entranhas.
Alguns vão para as drogas e outros para a crença e na maioria das vezes alguns ficam no meio do caminho entre o homem e o menino que sempre foram, tentando encontrar em seios diferentes alguem para acalentar suas necessidades e sonhos quebrados. Alguns são guerreiros que despertam as cinco da matina e matam um leão por dia para devolver em recompensa todo o esforço dos que o apoiam no sossego do seu lar e que no fim do dia afagam suas costas e beijam sua boca molhada com ternura. Esses guerreiros, homens e meninos são tão fortes e tão frágeis, pois capazes de erguer concreto com as costas e desafiar a gravidade, diante da maternidade se sentam aturdidos e balbucios diante do milagre da vida.
Sem exagero, digo que desde o mais bruto ao mais gentil, todos os homens carregam sobre si o peso de todas as espectativas do mundo, pois um homem precisa por uma fêmea de quatro e homem que é homem de verdade não é bancado pelos pais. Um homem de verdade fode quem ver pela frente e de forma responsável segue sua vida se lembrando dos dizeres dos que vieram antes e trilharam o mesmo caminho tortuoso e másculo.
Diante de tudo que o mundo pode apresentar eu me vejo como um barco sem rumo no mar, pois como homem, macho e intelectualmente pensante tenho que representar os meus genes superiores e guiar minha familia para o progresso. Essa é a fábula de Marvin, pobre e criança que teve todo o destino de seu pai, um homem que fez o seu melhor. Somos desde de nossa concepção feitos para ser mais fortes, mais resistentes e mudar o mundo. Tanta responsabilidade nem sempre pode ser compensada e diante do fracasso, as turbas nos chamam de fracos e deficientes. Mas talvez sejamos apenas um sexo fragilizado e rotulado por bem mais que podemos compensar... ou talvez isso seja só uma desculpa.
Alguns vão para as drogas e outros para a crença e na maioria das vezes alguns ficam no meio do caminho entre o homem e o menino que sempre foram, tentando encontrar em seios diferentes alguem para acalentar suas necessidades e sonhos quebrados. Alguns são guerreiros que despertam as cinco da matina e matam um leão por dia para devolver em recompensa todo o esforço dos que o apoiam no sossego do seu lar e que no fim do dia afagam suas costas e beijam sua boca molhada com ternura. Esses guerreiros, homens e meninos são tão fortes e tão frágeis, pois capazes de erguer concreto com as costas e desafiar a gravidade, diante da maternidade se sentam aturdidos e balbucios diante do milagre da vida.
Sem exagero, digo que desde o mais bruto ao mais gentil, todos os homens carregam sobre si o peso de todas as espectativas do mundo, pois um homem precisa por uma fêmea de quatro e homem que é homem de verdade não é bancado pelos pais. Um homem de verdade fode quem ver pela frente e de forma responsável segue sua vida se lembrando dos dizeres dos que vieram antes e trilharam o mesmo caminho tortuoso e másculo.
Diante de tudo que o mundo pode apresentar eu me vejo como um barco sem rumo no mar, pois como homem, macho e intelectualmente pensante tenho que representar os meus genes superiores e guiar minha familia para o progresso. Essa é a fábula de Marvin, pobre e criança que teve todo o destino de seu pai, um homem que fez o seu melhor. Somos desde de nossa concepção feitos para ser mais fortes, mais resistentes e mudar o mundo. Tanta responsabilidade nem sempre pode ser compensada e diante do fracasso, as turbas nos chamam de fracos e deficientes. Mas talvez sejamos apenas um sexo fragilizado e rotulado por bem mais que podemos compensar... ou talvez isso seja só uma desculpa.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Conversando sobre menáge a trois
Por ele
Nunca é facil explicar como essas coisas acontecem, pois nunca é planejado e por mais que seja, nunca sai como deveria parecer. Eu nunca soube se foram os franceses ou os holandeses que criaram o termo para sexo a três, mas tanto faz já que ambos os povos tem o hábito sexual bem apurado e isso nesse momento não passa de informação pra passar o tempo. Nem o cigarro ou o filme pornô que estou assistindo me acalmam, ouço o barulho do chuveiro e percebo que ela já está pronta.
Podem me considerar um pervertido perdido em minhas idealizações, mas só quem experimenta os limites do sexo sabe da sensação que estou falando. É puro prazer quando se permite a conhecer todos os tipos de toques na cama e quando não se tem mais para onde ir, você inova. Uma hora, acredite ou não, o sexo irá cair na rotina e todas as variações a dois tornam-se previsiveis e a alternativa é arriscar e eu estou aqui, pondo na mesa uma aposta tão alta que eu não se se posso cobrir.
Ela acha que mais um na cama pode ser excitante e mesmo tendo medo do que aconteceria depois, pelo fato de por mais um em nossa cama criaria um clima de traição exposta no ar, mas a tranquilizei dizendo que era normal e não passava de sexo, foi a primeira vez que eu menti. Sim, estou morrendo de ciúmes nessa situação e a cada instante penso que poderia não estar aqui, participando disso, que deveria tirar minha mulher daquele banheiro e nos bandiarmos para outro lugar, só nós. Aparentemente é o que eu deveria fazer...
Ele tem dezenove anos, alguns anos a menos que ela e seu membro rigido, dizem lembrar o de um cavalo ou algo assim. As duvidas da adolescência voltaram a minha cabeça, pois não sabia se o meu seria suficiente para satisfazer a minha mulher novamente. E se ela quisesse agora só daquele pau envergado viver os seus momentos de prazer na cama? Eu me sentia um menino inseguro e ao mesmo tempo excitado com um mundo de possibilidades que ali se erguiam...
Quando ela saiu do banho aconteceu o óbvio, afinal ainda se trata apenas de sexo, queira eu ou não vai ter uma parte mecanica em que pau e buceta vão se encontrar e o resultado tende a ser o mesmo: Um gozo fantástico. E quando o sexo tem mais de um pênis, a unica coisa que muda realmente são os toques, já que a mulher parece um banquete diante de esfomeados. As bocas procuram os pontos eróginos e fazer de lá sua nova morada, para arrancar mais e mais suspiros da mulher. O sexo é mais cooperativo, sendo o real objetivo causar na mulher um extase que inundaria o quarto. Quando terminamos tudo está daquele jeito de sempre, meu corpo servindo de apoio para ela, que está exausta enquanto o jovem demonstra uma excitação que aos poucos vai morrendo com os movimentos lentos de sua mão.
Aos que esperam os detalhes cabeludos dessa noite, eu digo que isso é intimo demais para ser falado ou escrito num blog, mas o auq equero que fique resgistrado aqui é que não é um prazer para todos, algo a três, pois precisa de quimica e sabedoria, além de respeito e compreensão, mas toda transa precisa, seja ela a dois, três, quatro...
Nunca é facil explicar como essas coisas acontecem, pois nunca é planejado e por mais que seja, nunca sai como deveria parecer. Eu nunca soube se foram os franceses ou os holandeses que criaram o termo para sexo a três, mas tanto faz já que ambos os povos tem o hábito sexual bem apurado e isso nesse momento não passa de informação pra passar o tempo. Nem o cigarro ou o filme pornô que estou assistindo me acalmam, ouço o barulho do chuveiro e percebo que ela já está pronta.
Podem me considerar um pervertido perdido em minhas idealizações, mas só quem experimenta os limites do sexo sabe da sensação que estou falando. É puro prazer quando se permite a conhecer todos os tipos de toques na cama e quando não se tem mais para onde ir, você inova. Uma hora, acredite ou não, o sexo irá cair na rotina e todas as variações a dois tornam-se previsiveis e a alternativa é arriscar e eu estou aqui, pondo na mesa uma aposta tão alta que eu não se se posso cobrir.
Ela acha que mais um na cama pode ser excitante e mesmo tendo medo do que aconteceria depois, pelo fato de por mais um em nossa cama criaria um clima de traição exposta no ar, mas a tranquilizei dizendo que era normal e não passava de sexo, foi a primeira vez que eu menti. Sim, estou morrendo de ciúmes nessa situação e a cada instante penso que poderia não estar aqui, participando disso, que deveria tirar minha mulher daquele banheiro e nos bandiarmos para outro lugar, só nós. Aparentemente é o que eu deveria fazer...
Ele tem dezenove anos, alguns anos a menos que ela e seu membro rigido, dizem lembrar o de um cavalo ou algo assim. As duvidas da adolescência voltaram a minha cabeça, pois não sabia se o meu seria suficiente para satisfazer a minha mulher novamente. E se ela quisesse agora só daquele pau envergado viver os seus momentos de prazer na cama? Eu me sentia um menino inseguro e ao mesmo tempo excitado com um mundo de possibilidades que ali se erguiam...
Quando ela saiu do banho aconteceu o óbvio, afinal ainda se trata apenas de sexo, queira eu ou não vai ter uma parte mecanica em que pau e buceta vão se encontrar e o resultado tende a ser o mesmo: Um gozo fantástico. E quando o sexo tem mais de um pênis, a unica coisa que muda realmente são os toques, já que a mulher parece um banquete diante de esfomeados. As bocas procuram os pontos eróginos e fazer de lá sua nova morada, para arrancar mais e mais suspiros da mulher. O sexo é mais cooperativo, sendo o real objetivo causar na mulher um extase que inundaria o quarto. Quando terminamos tudo está daquele jeito de sempre, meu corpo servindo de apoio para ela, que está exausta enquanto o jovem demonstra uma excitação que aos poucos vai morrendo com os movimentos lentos de sua mão.
Aos que esperam os detalhes cabeludos dessa noite, eu digo que isso é intimo demais para ser falado ou escrito num blog, mas o auq equero que fique resgistrado aqui é que não é um prazer para todos, algo a três, pois precisa de quimica e sabedoria, além de respeito e compreensão, mas toda transa precisa, seja ela a dois, três, quatro...
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Conversando sobre Pã
Caminhando um dia pela selva de pedra greco-carioca avistei ao longe algo que se parecia com um homem com pernas de bode e roupas de playboy. Era Billabong, lingua afiada como uma lâmina de bronze e muitas ninfas ao seu lado. De fato não era bonito como Apolo e nem forte como Hércules, mas astucioso e brincalhão, talvez até mais que eu. Ama a bebida dos piratas e até já foi visto com uma prancha, mas em tempos passados.
Seus olhos no inicio procuravam a diversão e o prazer com os seus irmãos, deuses como ele, sentados no playground do Olimpo. Se nos encontrassem nesses dias, veriam nós Deuses mais inconsequentes e cheios de si, brincando de sermos outras pessoas só para passar o tempo. Eram violões e paqueras, dias de praia e arco íris e os deuses mudando de nome: Pã assume a alcunha de Loki, deus da travessura numa versão séria e sombria, criando um paradoxo na própria existencia desse deus sátiro que comigo caminhava.
De certo esses dias passaram como areia no vento e não podemos aproveitar, agora a margem do armagedon, vejo um Pã acompanhado com uma ninfa que faz ele se inflar de orgulho e deixar sua lingua de bronze dominada com o veneno do deboche. Os deuses que caminhavam conosco migraram pra vida real, preferindo parar de fingir serem outras pessoas para atuar feito pessoas normais e os novos homens disfarçados de divindades degladeiam por mulheres que não valem a pena, alguns dando rasteiras e outros entregando seus braços para mordida de mulheres delirantes.
Mesmo que isso possa parecer um grande surto de mais um infectado com a doença dos sonhadores, que preferem trocar o mundo real pelo mundo alternativo, eu posso dizer que em todas as minhas fugas, a mais alucinante foi encontrar como companheiro de caminhada um sátiro debochado e orgulhoso, as vezes meu irmão e noutras vezes age como se fosse minha mãe. Tem dias até que me protege e me jura porradas pra em outros me olhar com cara de quem fez merda e falar que parecia uma boa idéia.
O desastre é seu companheiro mais fiel, quase nunca o abandonando, criando uma aura de comédia e ironia para todos que a seu lado. E não nego que eu, senhor das uvas, sou um admirador desse baixinho nervoso que tenho o prazer de chamar de irmão!
Seus olhos no inicio procuravam a diversão e o prazer com os seus irmãos, deuses como ele, sentados no playground do Olimpo. Se nos encontrassem nesses dias, veriam nós Deuses mais inconsequentes e cheios de si, brincando de sermos outras pessoas só para passar o tempo. Eram violões e paqueras, dias de praia e arco íris e os deuses mudando de nome: Pã assume a alcunha de Loki, deus da travessura numa versão séria e sombria, criando um paradoxo na própria existencia desse deus sátiro que comigo caminhava.
De certo esses dias passaram como areia no vento e não podemos aproveitar, agora a margem do armagedon, vejo um Pã acompanhado com uma ninfa que faz ele se inflar de orgulho e deixar sua lingua de bronze dominada com o veneno do deboche. Os deuses que caminhavam conosco migraram pra vida real, preferindo parar de fingir serem outras pessoas para atuar feito pessoas normais e os novos homens disfarçados de divindades degladeiam por mulheres que não valem a pena, alguns dando rasteiras e outros entregando seus braços para mordida de mulheres delirantes.
Mesmo que isso possa parecer um grande surto de mais um infectado com a doença dos sonhadores, que preferem trocar o mundo real pelo mundo alternativo, eu posso dizer que em todas as minhas fugas, a mais alucinante foi encontrar como companheiro de caminhada um sátiro debochado e orgulhoso, as vezes meu irmão e noutras vezes age como se fosse minha mãe. Tem dias até que me protege e me jura porradas pra em outros me olhar com cara de quem fez merda e falar que parecia uma boa idéia.
O desastre é seu companheiro mais fiel, quase nunca o abandonando, criando uma aura de comédia e ironia para todos que a seu lado. E não nego que eu, senhor das uvas, sou um admirador desse baixinho nervoso que tenho o prazer de chamar de irmão!
sábado, 22 de janeiro de 2011
Conversando sobre sexo
Acabei de me masturbar e no meio das minhas golfadas peroladas tive algo que me lembrou uma epifânia, mas acho que foi apenas um impulso do meu eu ao tentar me controlar dentro de ato tão relaxante que é o gozo. Enquanto me perdia em transas ficticias percebi o quanto o sexo nos guia até como pessoas e principalmente com quem transaremos a seguir. Sexo age na minha sociedade como uma mola invisivel e condenadora que nos divide e nos oprime sem ter a menor noção disso.
Um menino dentre 13 e 19 anos é quase que obrigado por lei, seja ela dos pais ou de amigos, a ter uma relação sexual no histórico para ser levemente considerado homem. Ele não precisa ser um galinha e nem o Don Juan, mas sua reputação vai depender bastante de quem ele já comeu e como ele comeu. Criasse um respeito pela pessoa que já teve relações sexuais e que as tem com frequencia nessa idade que, ouso dizer. um adolescente precoce e sortudo, pode comandar o seu circulo social apenas pela frequencia com que transa.
A mulher, também possuidora de desejos mil, deve se sentir presa no paradoxo do que deve ser feito, pois vulgar demais não atrai inteiramente um homem, exceto para o sexo, mas as santas não tem tanta graça se ele já conhece o ato e sempre vai procurar nela ou em outra o que lhe falta pra suprir. Logo a menina tem que ter uma vida sexual ativa, mas ser capaz de evitar o falatório sobre essa mesma, para que n caia com uma fama de facil.
A nossa sociedade enxerga o sexo unicamente desse prisma deturpado, principalmente o sexo de sua geração futura, que tem os avanços da tecnologia e o medo do sexo continua existindo sem a minima lógica e ainda gerando mitos cada vez mais estranhos sobre um ato que todos os mamíferos seguem e que até mesmo os que vivem na agua podem sentir como um ato de prazer.
Bem diferente dos meus irmãos e irmãs que costumam ler esse blog, eu acho o sexo mais que o ato da vida e muito estimado por quem não conhece sua real força e função. Para mim, sexo é mais que compromisso com o outro e fidelidade, sexo é calor e fúria, como se fosse uma grande tempestade iniciando num oceano de duvidas e destruindo tudo que encontra pela frente. Sexo é intensidade e acima de tudo, sexo é apenas sexo.
Transar pra mim não é um ato leviano, diferente do que possa parecer, mas também não concordo com um culto idiota ao Hímen e a valores puritanos tão fálicos que não se sustentam em si. Sexo é uma arte profana que nem todos sabem apreciar, mesmo tendo essa capacidade, e o poder que o esse ato dá ao praticante é palpável, tanto que uma pessoa sexualmente realizada parece mais decidida e bem humorada. Pessoas assim parecem imunizadas quanto aos problemas de quem só sabe lamentar.
Sexo também é controle e hipnotismo, quase como uma dança que se desenrola entre lençois para decidir quem é o campeão, mas diferente de qualquer outro jogo, que se busca ver quem é o melhor e luta-se complemente para se satisfazer, a arte do sexo é satisfazer o outro e lhe arrancar os gemidos de prazer. Tendo isso em mente, nenhum outro segredo existe na hora H. O que faltar será completado pelo instinto descontrolado que existem em cada célula do seu ser. Todos somos aptos para transar e temos como fazer isso memorizado em algum lugar e que irá despertar no momento mais oportuno.
Para completar meu raciocinio, digo que penso em sexo quase todos os minutos da minha vida sendo um amante dessa arte, apreciando sempre que posso esse ato tão explendido. Me sinto um Marquês de Sade do século XXI, que vê a luxúria crescente na sociedade hipócrita, que se finge de desentendida e se exbalda em taras mal resolvidas, temendo se entregar as claras ao mais delicioso instinto humano, pois não se engane você, achando qeu sexo passa disso, um instinto de procriar, pois não passa; toda essa parte melodramática é feita por uma injeção em exesso de endorfina no cérebro. Sexo tem haver com prazer e imaginação, mas amor nem sempre é uma coisa que se deve levar em conta nesse ato, pois as vezes n é dele que precisamos e sim de uma boa foda.
Perdoe-me a falta de tato eé que não possuo muita sensibilidade e possivelmente eu tenha assustado a todos com meu discurso perverso sobre o sexo. Não espero que vocês mudem suas crenças por minha causa, até por que são nelas que se apoiam suas noites de prazer e não seria eu, apenas um bloggueiro, que iria mudar o ponto de vista de alguém. Apenas advirto aos que querem se iludir: não existe co-relação nenhuma entre sexo e amor, isso é meramente psicológico. Transamos por causa do desejo existente e não por outros derivados motivos. E aos que lerem esse texto que se toquem e partam para uma boa noite de foda, sexo, amor, trepada...
Um menino dentre 13 e 19 anos é quase que obrigado por lei, seja ela dos pais ou de amigos, a ter uma relação sexual no histórico para ser levemente considerado homem. Ele não precisa ser um galinha e nem o Don Juan, mas sua reputação vai depender bastante de quem ele já comeu e como ele comeu. Criasse um respeito pela pessoa que já teve relações sexuais e que as tem com frequencia nessa idade que, ouso dizer. um adolescente precoce e sortudo, pode comandar o seu circulo social apenas pela frequencia com que transa.
A mulher, também possuidora de desejos mil, deve se sentir presa no paradoxo do que deve ser feito, pois vulgar demais não atrai inteiramente um homem, exceto para o sexo, mas as santas não tem tanta graça se ele já conhece o ato e sempre vai procurar nela ou em outra o que lhe falta pra suprir. Logo a menina tem que ter uma vida sexual ativa, mas ser capaz de evitar o falatório sobre essa mesma, para que n caia com uma fama de facil.
A nossa sociedade enxerga o sexo unicamente desse prisma deturpado, principalmente o sexo de sua geração futura, que tem os avanços da tecnologia e o medo do sexo continua existindo sem a minima lógica e ainda gerando mitos cada vez mais estranhos sobre um ato que todos os mamíferos seguem e que até mesmo os que vivem na agua podem sentir como um ato de prazer.
Bem diferente dos meus irmãos e irmãs que costumam ler esse blog, eu acho o sexo mais que o ato da vida e muito estimado por quem não conhece sua real força e função. Para mim, sexo é mais que compromisso com o outro e fidelidade, sexo é calor e fúria, como se fosse uma grande tempestade iniciando num oceano de duvidas e destruindo tudo que encontra pela frente. Sexo é intensidade e acima de tudo, sexo é apenas sexo.
Transar pra mim não é um ato leviano, diferente do que possa parecer, mas também não concordo com um culto idiota ao Hímen e a valores puritanos tão fálicos que não se sustentam em si. Sexo é uma arte profana que nem todos sabem apreciar, mesmo tendo essa capacidade, e o poder que o esse ato dá ao praticante é palpável, tanto que uma pessoa sexualmente realizada parece mais decidida e bem humorada. Pessoas assim parecem imunizadas quanto aos problemas de quem só sabe lamentar.
Sexo também é controle e hipnotismo, quase como uma dança que se desenrola entre lençois para decidir quem é o campeão, mas diferente de qualquer outro jogo, que se busca ver quem é o melhor e luta-se complemente para se satisfazer, a arte do sexo é satisfazer o outro e lhe arrancar os gemidos de prazer. Tendo isso em mente, nenhum outro segredo existe na hora H. O que faltar será completado pelo instinto descontrolado que existem em cada célula do seu ser. Todos somos aptos para transar e temos como fazer isso memorizado em algum lugar e que irá despertar no momento mais oportuno.
Para completar meu raciocinio, digo que penso em sexo quase todos os minutos da minha vida sendo um amante dessa arte, apreciando sempre que posso esse ato tão explendido. Me sinto um Marquês de Sade do século XXI, que vê a luxúria crescente na sociedade hipócrita, que se finge de desentendida e se exbalda em taras mal resolvidas, temendo se entregar as claras ao mais delicioso instinto humano, pois não se engane você, achando qeu sexo passa disso, um instinto de procriar, pois não passa; toda essa parte melodramática é feita por uma injeção em exesso de endorfina no cérebro. Sexo tem haver com prazer e imaginação, mas amor nem sempre é uma coisa que se deve levar em conta nesse ato, pois as vezes n é dele que precisamos e sim de uma boa foda.
Perdoe-me a falta de tato eé que não possuo muita sensibilidade e possivelmente eu tenha assustado a todos com meu discurso perverso sobre o sexo. Não espero que vocês mudem suas crenças por minha causa, até por que são nelas que se apoiam suas noites de prazer e não seria eu, apenas um bloggueiro, que iria mudar o ponto de vista de alguém. Apenas advirto aos que querem se iludir: não existe co-relação nenhuma entre sexo e amor, isso é meramente psicológico. Transamos por causa do desejo existente e não por outros derivados motivos. E aos que lerem esse texto que se toquem e partam para uma boa noite de foda, sexo, amor, trepada...
domingo, 16 de janeiro de 2011
Conversando sobre o beija - flor
Acabo de me sentir um canalha por esperar que você se entregasse, sem ao menos resistir, a esses encantos que meus poemas tem. Esperava que no seu retorno, um mundo colorido de beijos e luxúria, mas esses n cabem a ti, pois é discreta como uma música de Cazuza tocando no rádio as 3h40min da manha. De você eu espero apenas educação e beijos sem a minima inspiração, quem sabe talvez se permitir a uma troca de olhares fúlgas que nem irão muito longe.
Entre milhares de intenções que destilamos em nossos toques acidentais, deixamos apenas o que precisava ser dito em segundo plano, para dar o ar de quem esnoba o que quer e prefere viver com o que parece seguro para n ter mais onde se prender. Em outros braços eu me imagino encontrar teus lábios fruto do pecado da traição e em minha imaginação recrio a dança que teu corpo faz assim que te vejo chegar.
A distancia silenciosa que toma nosso romance nem ainda concebido parece digna-lo a algo vindo de Shakespere e dramatiza-lo como algo em torno de Maneco e fazer de mim par seu, seja no Leblon ou em Veneza e seja você Helena ou Julieta conteporânea que me faz querer fugir das revoluções de 69 e apesar do perigo, ir para ruas incomodar os casais ainda primitivos que não se permitem o desconhecido prazer do amor sem toques.
Seguindo o conselho do ex-barão, protejo seu nome em um codinome de pássaro e mesmo que em todas essas linhas torne-se óbvio este singelo segredo, prefiro me reservar. Quem sabe um dia desta flor negra, possa você tomar um gole de meu nectar e dos teus beijos eu me apaixonar...
Mas o destino desse amor é traçado em torno de outras escritura e por isso fadado ao fim sem mesmo poder começar. Como dois amigos e quem sabe nem isso viver proximo ao outro, como o sol e a lua, dando risadas nervosas e admitindo nas entrelinhas o que não deve ser admitido. Como dois tolos que não se dariam por vencidos, pois esse amor proibido não pode ser vivido escondido e como óbvio seria não passaria de ambição para mim e devaneio para você...
Entre milhares de intenções que destilamos em nossos toques acidentais, deixamos apenas o que precisava ser dito em segundo plano, para dar o ar de quem esnoba o que quer e prefere viver com o que parece seguro para n ter mais onde se prender. Em outros braços eu me imagino encontrar teus lábios fruto do pecado da traição e em minha imaginação recrio a dança que teu corpo faz assim que te vejo chegar.
A distancia silenciosa que toma nosso romance nem ainda concebido parece digna-lo a algo vindo de Shakespere e dramatiza-lo como algo em torno de Maneco e fazer de mim par seu, seja no Leblon ou em Veneza e seja você Helena ou Julieta conteporânea que me faz querer fugir das revoluções de 69 e apesar do perigo, ir para ruas incomodar os casais ainda primitivos que não se permitem o desconhecido prazer do amor sem toques.
Seguindo o conselho do ex-barão, protejo seu nome em um codinome de pássaro e mesmo que em todas essas linhas torne-se óbvio este singelo segredo, prefiro me reservar. Quem sabe um dia desta flor negra, possa você tomar um gole de meu nectar e dos teus beijos eu me apaixonar...
Mas o destino desse amor é traçado em torno de outras escritura e por isso fadado ao fim sem mesmo poder começar. Como dois amigos e quem sabe nem isso viver proximo ao outro, como o sol e a lua, dando risadas nervosas e admitindo nas entrelinhas o que não deve ser admitido. Como dois tolos que não se dariam por vencidos, pois esse amor proibido não pode ser vivido escondido e como óbvio seria não passaria de ambição para mim e devaneio para você...
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Conversando sobre o tempo
Hoje eu me vi numa encruzilhada em minha vida e vi que o tempo não girava mais ao meu comando e seguia em frente completamente impune do crime que cometia. Estou mais velho agora do que estava a 20 dias atrás e por lei e convenções sociais, eu deveria ser mais responsável, cético, prático e debilmente mais coeso. Nada mudou em mim, apenas adicionei mais um numero a direita e temi pela minha entrada nos cinemas. Mais nada.
No meu rádio toca Renato, que de morto tem mais de uma década, tempo que nem meu irmão tem de vida, mas suas musicas repetidas tocam e dão uma esperança congênita de que talvez seremos eternamente jovens. Pura tolice. O tempo impiedoso nos pune com sua pressa e exige de nós um tipo de flexebilidade para acompanha-lo sem resmungar. É impressinante pensar que uma musica nos imortaliza e se torna quase atemporal, resistindo aos novos estilos e adequações, e nós se nos atrasamos um pouco nem direito temos de reclamar, pois somos vulneráveis as ações do tempo além de frágeis demais para brigar com ele. Somos apenas areia.
Eu fecho meus olhos por um instante e sinto o tempo se esvair por entre meus dedos e me libertar das amarras concientes de um futuro incerto. Estamos correndo, mas para que lado? O que é certo no nosso futuro? Trabalho? Amores? Familia? Nada é certo, a não ser que no fim, o tempo irá passar e que nós iremos perecer por sua mão ou pelas mãos de outro confuso marginal que vive nesse mesmo dilema, correndo atrás do tempo perdido.
Olhei para o meu relógio e já pensei em todos os meus compromissos de amanha e de tudo que perderei com meu atraso. Percebi agora que meu tempo tem sido controlado há muito tempo e mesmo que eu fuja, não haverá como nem onde ir que não precise chegar na hora.
Horas, minutos e segundos que passam como uma bala para alguns e eternidades para outros, e as horas tem o mesmo tempo para todos. O tempo é constante para todos e percebido individualmente, de uma forma unica e normalmente despretenciosa.Comanda nosso crescimento corporal, ignorando nossa mente e espirito, nos arrastando ao desconhecido de cada idade e aos prazeres e responsábilidades exigidos em casa uma.
Quando se pensa assim do tempo é comum dar um nó desagradável no peito seguido pela sensação amarga de ter deixado para trás muitos momentos que deveriam terminar de uma forma mais feliz, talvez um ultimo gozo, beijo ou fora que nunca foram realizados e guardados num lugar escuro e empoeirado do nosso interior está para nos remoer. Deixamos o tempo levrar de nós tantas coisas e sem perceber aceitamos isso como se fosse uma tendencia incontrolável, já que não existe luta quanto ao tempo, ele irá passar, sempre em frente e sem olhar para trás de quem ficou na estação a sua espera.
Multilador de sonhos, abrandador de contendas e companheiro daqueles que se aproveitam de sua capacidade para seguir no outro dia bem. O tempo nos aprisiona nas nossas incapacidades e nos momentos que estivemos atrasados em nossa vida, que poderiamos, deveriamos fariamos se tivesse outra chance.
De tempo ao tempo e ele irá ver quanto há quanto tempo não temos tempo para viver!
No meu rádio toca Renato, que de morto tem mais de uma década, tempo que nem meu irmão tem de vida, mas suas musicas repetidas tocam e dão uma esperança congênita de que talvez seremos eternamente jovens. Pura tolice. O tempo impiedoso nos pune com sua pressa e exige de nós um tipo de flexebilidade para acompanha-lo sem resmungar. É impressinante pensar que uma musica nos imortaliza e se torna quase atemporal, resistindo aos novos estilos e adequações, e nós se nos atrasamos um pouco nem direito temos de reclamar, pois somos vulneráveis as ações do tempo além de frágeis demais para brigar com ele. Somos apenas areia.
Eu fecho meus olhos por um instante e sinto o tempo se esvair por entre meus dedos e me libertar das amarras concientes de um futuro incerto. Estamos correndo, mas para que lado? O que é certo no nosso futuro? Trabalho? Amores? Familia? Nada é certo, a não ser que no fim, o tempo irá passar e que nós iremos perecer por sua mão ou pelas mãos de outro confuso marginal que vive nesse mesmo dilema, correndo atrás do tempo perdido.
Olhei para o meu relógio e já pensei em todos os meus compromissos de amanha e de tudo que perderei com meu atraso. Percebi agora que meu tempo tem sido controlado há muito tempo e mesmo que eu fuja, não haverá como nem onde ir que não precise chegar na hora.
Horas, minutos e segundos que passam como uma bala para alguns e eternidades para outros, e as horas tem o mesmo tempo para todos. O tempo é constante para todos e percebido individualmente, de uma forma unica e normalmente despretenciosa.Comanda nosso crescimento corporal, ignorando nossa mente e espirito, nos arrastando ao desconhecido de cada idade e aos prazeres e responsábilidades exigidos em casa uma.
Quando se pensa assim do tempo é comum dar um nó desagradável no peito seguido pela sensação amarga de ter deixado para trás muitos momentos que deveriam terminar de uma forma mais feliz, talvez um ultimo gozo, beijo ou fora que nunca foram realizados e guardados num lugar escuro e empoeirado do nosso interior está para nos remoer. Deixamos o tempo levrar de nós tantas coisas e sem perceber aceitamos isso como se fosse uma tendencia incontrolável, já que não existe luta quanto ao tempo, ele irá passar, sempre em frente e sem olhar para trás de quem ficou na estação a sua espera.
Multilador de sonhos, abrandador de contendas e companheiro daqueles que se aproveitam de sua capacidade para seguir no outro dia bem. O tempo nos aprisiona nas nossas incapacidades e nos momentos que estivemos atrasados em nossa vida, que poderiamos, deveriamos fariamos se tivesse outra chance.
De tempo ao tempo e ele irá ver quanto há quanto tempo não temos tempo para viver!
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Conversando sobre mentiras necessárias
Imaginem um homem que tem tudo que a maioria das pessoas deseja: Amigos, dinheiro e uma mulher que o complete. Esse mesmo homem tem uma vida com ideologias próprias sendo talvez filiado a um partido politico de esquerda e fã da MPB. Esse homem possivelmente tem uma opinião formada sobre a crise no Haiti e reza pela familia dele todas as noites. Esse homem não é um homem normal, pois apesar de todos esses méritos ele curte ir num banheiro público e lá assumir para desconhecidos sua opção sexual. Ele gosta de ver os homens eretos e sentir em sua boca o gosto salgado de suor de um dia de trabalho. Ele não conta pra ninguem, pois precisa manter uma posição diante do seu filho, amigos e mulher, que acreditam que ele é um homem de verdade e seguidor dos valores morais que tanto prega.
Esse homem não passa de alguém desesperado, que frente ao desejo incontrolável se rendeu aos beneficios do anonimato e de viver sem ser reconhecido pelo que é mas se acuado dentro de um reservado sendo possuido pelo que te dá prazer, pois o mundo em que vive quem goza e pena é que serve de farol para as criticas. Essa normalmente é a origem da mentira necessária. Ninguem quer ser farol de nada, quer só se divertir e ser feliz.
Todo mundo acha que prefere a verdade e eu até acredito que existam pessoas que adoram a ouvir, por serem sádicas e não por convicção na verdade, já que ela não é funcional. Assumir os erros torna você um alvo normalmente e nem sempre permite que você seja você mesmo. Vivemos num mundo onde podemos ver mas não tocar e caso toquemos, não podemos por a boca; e se por a boca não devemos nos lambusar... tudo nos é oferecido no conta-gotas. E quando o desejo fala mais alto e acabamos nos excedendo, para nos proteger, mentimos.
Erguemos máscaras todos os dias quando acordamos e só a retiramos quando não tem ninguem por perto para nos importunar. Podemos ser meninas estudiosas e pais dedicados nas fotos, mas quem sabe onde a boca e as mãos de ambos estiveram minutos antes. Quantos pecados você mesmo leitor, não esconde de todo mundo e só revela baixo em alguns momentos de sua vida. Você assina em baixo de todas as merdas que faz ou prefere quem sabe esconder algumas debaixo do armário?
A verdade é que a verdade é util apenas quando ela está ao nosso favor e isso vale para todo mundo, até os mais arrogantes que julgam nunca ter que errar. E como um certo médico manco disse: Mentiras são como crianças, inconvenientes. Mas apesar disso o futuro depende delas!
Então enquanto termina de ler esse pretencioso texto, pense em tudo o que você faz e nas mentiras que você conta e nas vezes em que elas foram as unicas amigas que poderiam te salvar. Pense agora nas mentiras que talvez você ouça e como elas garantem seu sono tranquilo. Seu pai pode se encaixar no caso acima ou seu namorado... mas você gostaria de saber a verdade?
Esse homem não passa de alguém desesperado, que frente ao desejo incontrolável se rendeu aos beneficios do anonimato e de viver sem ser reconhecido pelo que é mas se acuado dentro de um reservado sendo possuido pelo que te dá prazer, pois o mundo em que vive quem goza e pena é que serve de farol para as criticas. Essa normalmente é a origem da mentira necessária. Ninguem quer ser farol de nada, quer só se divertir e ser feliz.
Todo mundo acha que prefere a verdade e eu até acredito que existam pessoas que adoram a ouvir, por serem sádicas e não por convicção na verdade, já que ela não é funcional. Assumir os erros torna você um alvo normalmente e nem sempre permite que você seja você mesmo. Vivemos num mundo onde podemos ver mas não tocar e caso toquemos, não podemos por a boca; e se por a boca não devemos nos lambusar... tudo nos é oferecido no conta-gotas. E quando o desejo fala mais alto e acabamos nos excedendo, para nos proteger, mentimos.
Erguemos máscaras todos os dias quando acordamos e só a retiramos quando não tem ninguem por perto para nos importunar. Podemos ser meninas estudiosas e pais dedicados nas fotos, mas quem sabe onde a boca e as mãos de ambos estiveram minutos antes. Quantos pecados você mesmo leitor, não esconde de todo mundo e só revela baixo em alguns momentos de sua vida. Você assina em baixo de todas as merdas que faz ou prefere quem sabe esconder algumas debaixo do armário?
A verdade é que a verdade é util apenas quando ela está ao nosso favor e isso vale para todo mundo, até os mais arrogantes que julgam nunca ter que errar. E como um certo médico manco disse: Mentiras são como crianças, inconvenientes. Mas apesar disso o futuro depende delas!
Então enquanto termina de ler esse pretencioso texto, pense em tudo o que você faz e nas mentiras que você conta e nas vezes em que elas foram as unicas amigas que poderiam te salvar. Pense agora nas mentiras que talvez você ouça e como elas garantem seu sono tranquilo. Seu pai pode se encaixar no caso acima ou seu namorado... mas você gostaria de saber a verdade?
Conversando sobre a Kamilla
Eu estou extasiado com seus beijos molhados e sinto meu corpo impregnado com o seu perfume. Faz mais de um mês que me sinto assim e me pode se dizer que estou mais feliz desse jeito. Por que você me completa na hora em que estou te fazendo carinho e quando estou sobre você. Em seu sorriso viajo como se fosse um grande oceano, que me leva para um vale de mordidas e gemidos que me enloquecem.
Você demonstrou tanto prazer de estar ao meu lado que eu mesmo sem entender conheci a sensação de se querer bem quem se tem e isso me faz tão bem. Sua paixão juvenil e todo o fogo do desejo que nos arde quando estamos juntos e até o venenoso ciúmes que arde em seu peito quando digo em voz baixa o nome de outra, tudo isso faz de você a morena que eu quero agarrar sempre que puder!
Por isso não tema meus amores de antes e nem se preocupe se existem sombras na minha cabeça, pois agora que tenho você não quero saber de mais nada. E como Djavan disse: Aqui ou em outro lugar, se nós estivermos juntos... Um amor puro não sabe a força que tem... Meu amor eu juro ser teu e de mais ninguem. Te adoro em tudo... tudo... tudo... E quero mais que tudo... te amar sem limite... Viver uma grande história.
Nem sempre vai ser bom ou eu vou ser o homem mais romantico do mundo, pois não sei amar e para ser sincero eu não sei mais o que dizer, pois deve ser esse o décimo texto incerto que eu escrevo tentando descrever o que sinto quando estou do seu lado. Mas nenhuma palavra é boa para dizer o que eu penso e nem será o suficiente para mim, um perfeccionista nato.
Quero que entenda que não quero provas de amor mas seu amor por completo, ou até pela metade mas que seja seu e meu. Quero de ti todos os suspiros extravagantes e o gozo intrépido. Quero o que quiser me dar e quero dar nada além do que você mereça receber. Não prometo dar o céu e nem te prometo o futuro incerto, mas prometo o agora. E se não for suficiente, te prometo também beijos calorosos e abraços colados. Te prometo minhas loucuras e minhas perversões. Prometo até meus pensamentos mais romanticos para você. E se nada disso fizer você querer-me mais, te dou a liberdade. Te amo!
Você demonstrou tanto prazer de estar ao meu lado que eu mesmo sem entender conheci a sensação de se querer bem quem se tem e isso me faz tão bem. Sua paixão juvenil e todo o fogo do desejo que nos arde quando estamos juntos e até o venenoso ciúmes que arde em seu peito quando digo em voz baixa o nome de outra, tudo isso faz de você a morena que eu quero agarrar sempre que puder!
Por isso não tema meus amores de antes e nem se preocupe se existem sombras na minha cabeça, pois agora que tenho você não quero saber de mais nada. E como Djavan disse: Aqui ou em outro lugar, se nós estivermos juntos... Um amor puro não sabe a força que tem... Meu amor eu juro ser teu e de mais ninguem. Te adoro em tudo... tudo... tudo... E quero mais que tudo... te amar sem limite... Viver uma grande história.
Nem sempre vai ser bom ou eu vou ser o homem mais romantico do mundo, pois não sei amar e para ser sincero eu não sei mais o que dizer, pois deve ser esse o décimo texto incerto que eu escrevo tentando descrever o que sinto quando estou do seu lado. Mas nenhuma palavra é boa para dizer o que eu penso e nem será o suficiente para mim, um perfeccionista nato.
Quero que entenda que não quero provas de amor mas seu amor por completo, ou até pela metade mas que seja seu e meu. Quero de ti todos os suspiros extravagantes e o gozo intrépido. Quero o que quiser me dar e quero dar nada além do que você mereça receber. Não prometo dar o céu e nem te prometo o futuro incerto, mas prometo o agora. E se não for suficiente, te prometo também beijos calorosos e abraços colados. Te prometo minhas loucuras e minhas perversões. Prometo até meus pensamentos mais romanticos para você. E se nada disso fizer você querer-me mais, te dou a liberdade. Te amo!
sábado, 1 de janeiro de 2011
Conversando sobre sexo
Sexo é a origem de tudo que somos e nos define mais que qualquer outra coisa no mundo, pois o sexo nada mais é do que uma das molas da sociedade. Se transamos com pessoas do mesmo sexo, somo taxados por isso; se transamos com pessoas demais também somos considerados pertencentes de um grupo, as vezes desejado e as vezes não da sociedade e tudo isso por que transamos com mais pessoas e com mais frequencia que outras. Logo o sexo que temos define como seremos vistos na sociedade.
Acho até interessante tanto taboo por um ato que até os animais fazem e me pergunto por que criar tantos dogmas e leis para algo natural. Não existe certo ou errado no sexo, existe apenas prazer e luxúria, nada mais. Deus e o Diabo não tem nada haver com isso.
Acho até interessante tanto taboo por um ato que até os animais fazem e me pergunto por que criar tantos dogmas e leis para algo natural. Não existe certo ou errado no sexo, existe apenas prazer e luxúria, nada mais. Deus e o Diabo não tem nada haver com isso.
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