Eu não sei seu nome e nem sei se existe ou se está dentro das minhas ilusões, mas desde a primeira vez que fui tomada pela infâmia leitosa de seu ereto membro negro deixei minha educação de dama para me assombrar como sua puta, entregando pra ele e seus amigos todo meu pudor. Eu fui além da sanidade só para provar o que vem além do prazer e talvez eu tenha desperdiçado os blues do Djavan, que tanto me foram companhia solitária nas noites que suas mãos não testavam meus limites.
Seu veneno foi tão intenso que cresce em mim uma força que em breve irá romper minha adorável morada, me fazendo ver o quanto baixo eu fui e quantos os meus números passaram do que deveria ser. Ser sua mulherzinha me custou a liberdade, o dia seguinte e outros sonhos que eu nunca vou realizar, pois estarei desacordada tentando me reabilitar dos danos da droga branca que você me viciou e da qual não consigo mais me desvencilhar.
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