Dadas as atuais circunstancias vim por meio deste desmistificar muitos dos boatos sobre minha pessoa e também explicar a origem dos meus comentários atualmente tão ácidos e banhados em uma obscenidade declaradamente ofensiva e diretamente guiada ao meu repúdio pela massa feminina não pensante.
Alguns dizem que uma maneira antiquada de se manter reservado é dar as pessoas a face que elas evitam olhar com freqüência para que não precise se envolver profundamente com ninguém,mas profundamente pesaroso devo informar aos meus psicólogos que não sofro deste mal, pois quando falo dede sexo casual e dou com uma pitada sacana de promiscuidade que faz a falsa donzela lamber os lábios discretamente enquanto lê meus textos ou quando ouve o que eu gostaria de fazer em sua cama, não estou me valendo de nenhum subterfúgio para me afaste, pelo contrário sou assim mesmo, gosto e me excito com esse traço temeroso das pessoas sobre sua própria sexualidade ou com a minha sexualidade acentuada e as suas críticas tornam meus textos cada vez mais lúdicos e insensatos.
Admito realmente que se hoje pudesse explorar o corpo de uma bela mulher, o trataria com respeito momentâneo que todo sexo necessita, pois não importa se ela é puta, maconheira, promíscua ou evangélica, toda mulher que você escolhe pra levar pra cama é unica e ao menos naquele instante deve ser tratada como tal. Logo a respeito não vulgarizando nosso ato, a beijo como se fosse a ultima boca a ser beijada e toco seu sexo nem como fera e nem como cortês, mas como um homem que sabe exatamente o que se deve provar e me divirto ali até seu néctar descer da fonte e anunciar no céu de minha boca o gosto amargo e suave de um gozo feminino.
Falando sobre vulgaridade, pode se dizer que meus abraços tem uma segunda intenção inata e que me delicio com revelar em cada um dos que leem meu texto, uma faceta de excitação e revolta com minhas palavras tão propositalmente boladas para mesclar um certo repúdio e um fascínio pelo mundo que me atrai, onde sexo e paixão são deliberadamente livres de conceitos e pré conceitos tão antiguados e que posso tomar minha mulher pelos braços e ataco de macho, tomando como se fosse água da fonte cada beijo, gemido e arranhão.
Claro que num contexto interessante revelo minha timidez solene de menino que é insatisfeito com seu corpo desforme e altura mediana, nem alto e nem forte nem ao menos rico, acabo sendo aquele tipo de homem que sempre está sentado na parte mais escura, oposto ao flash das mulheres insensatas por um homem que as agrade verdadeiramente, seja com escudo ou seja com tatuagens. Não fazendo muito esse tipo de homem, eu me defendo entre meus textos tão banais que me impedem de vender minha ideologia só por uma vagina e tornam-me um enigma tão simples para os esclarecidos e uma incógnita tão insolúvel para os despreparados.
Sussurro que o tempo é meu companheiro fidedigno, quase um pai de todos os meus desesperos e criador de pesadelos solenes e que criou em mim a emoção que está estampada em cada texto meu, carregada de inspiração de dias em que tudo era mais simples ou mais feliz. Acredite em mim, senhores do público, sou severamente mascarado por questão de proteger-me do mundo tão conturbado de suas máscaras. Se minha promiscuidade um dia os ofendeu, saibam que ela me seduzia e me alucinava bem antes mesmo de torna-las palavras. Se um dia meu ego os incomodou, saiba que ele é uma parcela da minha sinceridade esmagadora que questiona como se pode viver em paz com toda essa beleza falsa que exaltam na varanda de suas casas e ainda sim criticar quem está na esquina. E advirto que se um dia se sentiu atraída por mim,é por que vê em meu jogo a realidade de meu desejo sacana por teu corpo rascunho, pois talvez ser um step seja melhor que ficar guardada em casa, caçando paixões no facebook Aos aplausos dos mais viris que eu me aproximo do fim destas linhas tão sacanas e digo pra você que não se desespere com meus desejos profanos, pois os controlo sempre que possível.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Conversando sobre mulheres
Que me desculpem os que duvidam da minha sexualidade e me tomam como homossexual, devo declarar aqui,neste momento, que não viveria sem os segredos da gruta úmida que se esconde entre as pernas de uma mulher. Sejam elas morenas, negras, altas e baixas, mas seus lábios, quando me envolvem a lingua e sinto na saliva o sabor de prazer, me entrego neste exato momento ao estado inflamável de uma paixão!
Mulheres peço que n me tomem por vulgar, mas minhas palavras são sinceras e minha completa admiração pelo seu poder de seduzir com um olhar e gerar no mais duro dos homens, um tom de fragilidade e possível felicidade desconhecida. Claro que este apreço se demonstra com uma elevação indiscreta em minha bermuda, mas digo num tom irônico que este estado é uma forma de respeitar a beleza demonstrada e não por ser um pervertido, até por que só as mais belas me deixam completamente excitado, ao ponto de não controlar meu pau.
Da sala ao quarto, quando estou com uma dama, me sinto um pintor querendo desenhar meus beijos por todo corpo e as vezes deixar numa melodia de erotismo, alguns gemidos desnecessários e incomodativos para os vizinhos mais cansados. Me sinto um palhaço quando posto em seu face um sorriso de curtição e te deixo sem graça quando digo olhando nos teus olhos que quero ter você nos meus braços.
Bem por experiencia eu prefiro mulheres que tenham passado, pois as puritanas tendem a ser deveras cruéis quando lhes mostro meu lado mais obscuro e dou das lágrimas de saudade até as de paixão e reencontro. Faço de meu corpo um templo para que se escondam de teus medos mais sérios e se encontrem a vontade para demonstrar em mim, seus sonhos mais tímidos.
Já fiz da noite o dia pra fazer alguém sorrir e até dividir meu amor com outros, só pra dar a ela o que seu corpo desejava, pois uma mulher deve ser agradada de todas as formas e posições, devorada com dez talheres ou mais. Com todo o desejo de um profano e a sutileza de um nobre, um home deve se fazer de sua senhora como todo o respeito de um galante a moda antiga e com o ar de safado, na medida certa para não assustar.
Não sei apenas se esse é o método mais correto de se dizer, mas essa é a verdade de minha admiração para com mulheres de todos os povos, estilos e tipos. Mas agora digo que para as que se admiraram com meu texto sacana, que todo esse desejo hoje em dia pertence a uma mulher tão menina, morena e que me completa e que sou dela, um templo, um amigo e até quem sabe um amante de verdade.
Digo aos homens que batem, enganam e até se alteram com uma mulher, eu digo que deve-se tratar uma mulher como se trata rosas, com delicadeza e voracidade do corte da tesoura. Todas mulheres tem sempre algo escondido que atrai o desejo, mas nem sempre abrir mão do amor que se tem, é a solução para se viver bem! Amem a mulher que está ao teu lado, ame a que se abre para ti e seja dela com profundidade e terá experimentado mais que se beber um pouco do néctar de todas!
Mulheres peço que n me tomem por vulgar, mas minhas palavras são sinceras e minha completa admiração pelo seu poder de seduzir com um olhar e gerar no mais duro dos homens, um tom de fragilidade e possível felicidade desconhecida. Claro que este apreço se demonstra com uma elevação indiscreta em minha bermuda, mas digo num tom irônico que este estado é uma forma de respeitar a beleza demonstrada e não por ser um pervertido, até por que só as mais belas me deixam completamente excitado, ao ponto de não controlar meu pau.
Da sala ao quarto, quando estou com uma dama, me sinto um pintor querendo desenhar meus beijos por todo corpo e as vezes deixar numa melodia de erotismo, alguns gemidos desnecessários e incomodativos para os vizinhos mais cansados. Me sinto um palhaço quando posto em seu face um sorriso de curtição e te deixo sem graça quando digo olhando nos teus olhos que quero ter você nos meus braços.
Bem por experiencia eu prefiro mulheres que tenham passado, pois as puritanas tendem a ser deveras cruéis quando lhes mostro meu lado mais obscuro e dou das lágrimas de saudade até as de paixão e reencontro. Faço de meu corpo um templo para que se escondam de teus medos mais sérios e se encontrem a vontade para demonstrar em mim, seus sonhos mais tímidos.
Já fiz da noite o dia pra fazer alguém sorrir e até dividir meu amor com outros, só pra dar a ela o que seu corpo desejava, pois uma mulher deve ser agradada de todas as formas e posições, devorada com dez talheres ou mais. Com todo o desejo de um profano e a sutileza de um nobre, um home deve se fazer de sua senhora como todo o respeito de um galante a moda antiga e com o ar de safado, na medida certa para não assustar.
Não sei apenas se esse é o método mais correto de se dizer, mas essa é a verdade de minha admiração para com mulheres de todos os povos, estilos e tipos. Mas agora digo que para as que se admiraram com meu texto sacana, que todo esse desejo hoje em dia pertence a uma mulher tão menina, morena e que me completa e que sou dela, um templo, um amigo e até quem sabe um amante de verdade.
Digo aos homens que batem, enganam e até se alteram com uma mulher, eu digo que deve-se tratar uma mulher como se trata rosas, com delicadeza e voracidade do corte da tesoura. Todas mulheres tem sempre algo escondido que atrai o desejo, mas nem sempre abrir mão do amor que se tem, é a solução para se viver bem! Amem a mulher que está ao teu lado, ame a que se abre para ti e seja dela com profundidade e terá experimentado mais que se beber um pouco do néctar de todas!
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Conversando sobre a pele morena de teu corpo
Teus lábios de infidelidade ainda cultivam na minha memória a lembrança de um dia em nossas vidas, era o segundo dia de dezembro e sem anunciar, com o sol brilhando sob teu umbigo e um cigarro queimando na boca. Tua timidez era clara e mesmo assim, com todo o capricho de uma donzela você me desvirginou de uma vida quase boa pra uma eternidade de ladeiras e infindáveis noites de prazer oculto.
Sua sensualidade invadiu minha casa numa tarde de natal e mais uma vez me vi sendo roubado, depois de levar meus pensamentos e gravar neles teu sorriso, agora arrancava de meu sangue um afeto que me deixava mais que feliz. Foi o melhor presente que noel poderia me dar e como foi brilhante teu encontro com meu corpo no fim do dia. Não sei se ainda se lembra, mas nossos joelhos doeram pelo carpete e nossas bocas encontraram-se aturdidas pela voracidade que nossas línguas se comunicavam em cada ponto do nosso corpo.
Mesmo que passem anos, a presença da tua pele ainda vai estar gravada dentro de meu corpo e fazendo de mim escravo perpétuo de tuas ancas. Dotados de um prazer egoísta onde o outro era o centro de todas as coisas e nada mais além do momento era importante. Vivenciamos dias de casal sem ter ao menos um anel no dedo e passamos por crises, desde a sombra da infidelidade até a separação e neste momento vi que no vazio se encontra o reflexo de nossa vida juntos, com um futuro ainda incerto.
Feito de sonhos e esperança, caminho por este mundo tao cinza que parece não pertencer aos meus devaneios, como um louco que caminha em busca de seus gigantes, eu vago procurando a tua célebre presença, vestida de branco diante de um altar de prece. A tarde ganharia as cores que escondi de meus olhos só pra produzir nosso dia.
Entretanto o dia fica cada vez mais triste quando o frio entra pela minha casa e não tem seu corpo incomparável sedução, que me faz sentir como se todo o mundo preferisse me ver assim, um pedaço de qualquer coisa que eu já tenha sido. Entreolho os deuses mais bonitos e questiono por que me deixaram apenas com a lua cheia iluminando meu caminho e não possuo mais tua mão sublime sobre meu membro rígido.
Entre as pervertidas noites de nossa paixão incontrolável, fiz de tudo pra dar a você aquilo que nem sabia que existia em mim. Fiz um castelo de sonhos e maravilhas, para esconder a pele linda e morena que recobria a minha alma gêmea. Cantei para os indecisos que você era meu esquema, meu domingo de sol e meu maior pecado, daquele que eu n pretendo ser salvo, pois em cada célula existe o teu nome gravado.
Sua sensualidade invadiu minha casa numa tarde de natal e mais uma vez me vi sendo roubado, depois de levar meus pensamentos e gravar neles teu sorriso, agora arrancava de meu sangue um afeto que me deixava mais que feliz. Foi o melhor presente que noel poderia me dar e como foi brilhante teu encontro com meu corpo no fim do dia. Não sei se ainda se lembra, mas nossos joelhos doeram pelo carpete e nossas bocas encontraram-se aturdidas pela voracidade que nossas línguas se comunicavam em cada ponto do nosso corpo.
Mesmo que passem anos, a presença da tua pele ainda vai estar gravada dentro de meu corpo e fazendo de mim escravo perpétuo de tuas ancas. Dotados de um prazer egoísta onde o outro era o centro de todas as coisas e nada mais além do momento era importante. Vivenciamos dias de casal sem ter ao menos um anel no dedo e passamos por crises, desde a sombra da infidelidade até a separação e neste momento vi que no vazio se encontra o reflexo de nossa vida juntos, com um futuro ainda incerto.
Feito de sonhos e esperança, caminho por este mundo tao cinza que parece não pertencer aos meus devaneios, como um louco que caminha em busca de seus gigantes, eu vago procurando a tua célebre presença, vestida de branco diante de um altar de prece. A tarde ganharia as cores que escondi de meus olhos só pra produzir nosso dia.
Entretanto o dia fica cada vez mais triste quando o frio entra pela minha casa e não tem seu corpo incomparável sedução, que me faz sentir como se todo o mundo preferisse me ver assim, um pedaço de qualquer coisa que eu já tenha sido. Entreolho os deuses mais bonitos e questiono por que me deixaram apenas com a lua cheia iluminando meu caminho e não possuo mais tua mão sublime sobre meu membro rígido.
Entre as pervertidas noites de nossa paixão incontrolável, fiz de tudo pra dar a você aquilo que nem sabia que existia em mim. Fiz um castelo de sonhos e maravilhas, para esconder a pele linda e morena que recobria a minha alma gêmea. Cantei para os indecisos que você era meu esquema, meu domingo de sol e meu maior pecado, daquele que eu n pretendo ser salvo, pois em cada célula existe o teu nome gravado.
domingo, 16 de outubro de 2011
Em carne viva
Estou aqui, caminhando nesta longa noite que não tem mais fim, desafiando deuses e profetas, ignorando meu próprio futuro, apenas para ter a chance míope de beijar seus lábios de discórdia e trançar por entre suas pernas cor de frustração e quem sabe banhar-te com meu liquido viscoso e perolado que concede vida aos menores e causa repúdio aos maiores.
Próximo do teu corpo nu, ilusão, eu me sinto tão impotente ao ponto de meu membro rígido se apontar para o céu, claramente pedindo sua boca e suas mãos ao redor de mesmo, para arrancar-me suspiros sinceros e toques incertos. Não sou mais um cavalheiro que pretende proteger-te de tudo a sua volta, sou canalha de sangue quente e viril como um cão sem fêmea no cio e dotado do prazer mais egoísta e sombrio só pra te ver gozar primeiro.
A noite acaba com um até logo inesperado, que ignora todos os pedidos do tempo retornar. E conformado eu parto por saber que nem sou o nome que passa pela tua cabeça, já que são os outros abraços que teu corpo deseja, mas finge não querer, por pura hipocrisia ou conceito moral qualquer que não cabe mais entre nós, meros mortais.
Sim, do teu lado me sinto quase como uma criança indefesa ou um salafrário esguio, que pelas sombras rouba um pouco mais da tua atenção carnal e que se deixa sangrar pela tua indiferença mórbida de quem já tem o que aguardar de mim e que nem se interessa pelo pouco que eu demonstro.
Meu corpo sangra a cada hora que isso parece ser mais derradeiro e me mancho de uma cor de indisponibilidade somente para ver se o meu jogo sombrio tem mesmo validade. E que ignore em suma todo o meu desencanto pelos teus sonhos ou pela tua amizade fria, pois apenas ela conforta meu ego desfigurado pelo fogo insolente da sinceridade que eu lhe ofereço.
A cada hora de devaneio eu me pergunto então, por que lhe dizer o que eu penso se é de mim que tu cria mais antipatia ou até indiferença sutil e que sou o mais verdadeiro para ti. Deve ser como dizem, monstros como eu merecem viver relegados no abismo, apenas admirando aquilo que não devem ter...
Próximo do teu corpo nu, ilusão, eu me sinto tão impotente ao ponto de meu membro rígido se apontar para o céu, claramente pedindo sua boca e suas mãos ao redor de mesmo, para arrancar-me suspiros sinceros e toques incertos. Não sou mais um cavalheiro que pretende proteger-te de tudo a sua volta, sou canalha de sangue quente e viril como um cão sem fêmea no cio e dotado do prazer mais egoísta e sombrio só pra te ver gozar primeiro.
A noite acaba com um até logo inesperado, que ignora todos os pedidos do tempo retornar. E conformado eu parto por saber que nem sou o nome que passa pela tua cabeça, já que são os outros abraços que teu corpo deseja, mas finge não querer, por pura hipocrisia ou conceito moral qualquer que não cabe mais entre nós, meros mortais.
Sim, do teu lado me sinto quase como uma criança indefesa ou um salafrário esguio, que pelas sombras rouba um pouco mais da tua atenção carnal e que se deixa sangrar pela tua indiferença mórbida de quem já tem o que aguardar de mim e que nem se interessa pelo pouco que eu demonstro.
Meu corpo sangra a cada hora que isso parece ser mais derradeiro e me mancho de uma cor de indisponibilidade somente para ver se o meu jogo sombrio tem mesmo validade. E que ignore em suma todo o meu desencanto pelos teus sonhos ou pela tua amizade fria, pois apenas ela conforta meu ego desfigurado pelo fogo insolente da sinceridade que eu lhe ofereço.
A cada hora de devaneio eu me pergunto então, por que lhe dizer o que eu penso se é de mim que tu cria mais antipatia ou até indiferença sutil e que sou o mais verdadeiro para ti. Deve ser como dizem, monstros como eu merecem viver relegados no abismo, apenas admirando aquilo que não devem ter...
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