Então estamos diante daquele momento em que você diz todas as coisas que eu já conheço perfeitamente e sai andando como se nada mais importasse. Eu me encontro agitado com a possibilidade de ver suas lágrimas., mas minhas mãos agora estão atadas com a de outra pessoa enquanto você dorme acariciando o momento que já terminou. A angustia das horas que invadem a madrugada desejando tirar dos braços de Morpheus o meu sono precioso, nos levando a suspirar ao lado do telefone que não chama. e diante desse momento tortuoso sua boca procura a minha, como se procurasse abrigo para o inverno que chega destruindo toda a sua esperança de voltar para os braços que te aqueceram numa noite de sábado. Sou tua segunda opção e fatalmente esse é o seu maior erro.
Nenhum de nós errou por ter escrito o nome com as letras erradas e se você entender essa metáfora, vai ver que não sou teu príncipe encantado e nem aprovaria a vida que nasce cada vez que você sussurra meu nome na escuridão, por que não sou um qualquer vulgar, sou teu amigo antes de ser teu antigo bem. E sem respeito você me virou o rosto, quando pedi apenas a sua voz e silenciando ficou até quando lhe foi conveniente. Me tratou com o mal que foste tratada e se recusa a dançar a mais nobre valsa comigo?
De saída estou para que sua ausência, onde frequentemente vai ouvir falar das bocas que eu não beijei e das noites que eu passei em branco, mas não se ofenda por não ouvir também a minha canção de ninar e nem ver mais o calor de meus olhos de pedra. Não se espante com meus segredos ao vento norte, perdidos como nós estávamos quando tocou aquela que não era a nossa música.
Não sou o cara que estaria na cama com sua melhor amiga e nem comeria você só pra provar, sou mais voraz que isso, não que eu n tire proveito do perigoso e nem que não alicie teus sentidos só pra te ver corar, só aqui venho e digo que não vou mais te roubar a atenção sem dizer que não vou voltar pra sentar no seu sofá e assistir toda aquela sua novela, em que você deixa de lado o pouco carinho que anda me resta, pra ser novamente da rua, onde mora teu malandro e te bate na cara e no coração.